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Perto da ponte romana de Alcântara, está assinalado um caminho: Cañada Real de Gata. Antes de chegar a este local, vindo de Badajoz, foi possível ver, pelo menos, mais uma cañada sinalizada. Estes eram os caminhos que os gados transumantes tinham obrigatoriamente de percorrer, nas deslocações sazonais: no inverno, no sentido das pastagens a sul; no verão, em buscas das terras altas, mais húmidas e com mais abundância de alimento para os rebanhos de ovelhas. Em Portugal também existiam as canadas, rotas que incluiam caminhos murados para proteger os campos, e áreas mais vastas onde era possível o gado pastar.



Manhã de dia 9 de dezembro. Denso nevoeiro sobre o vale do rio Tejo. A ponte romana de Alcântara, na Extremadura espanhola, emerge com dificuldade da forte condensação e a visibilidade é muito fraca. Os faróis de alguns automóveis que por ali passam, interrompem a quietude que a imagem sugere.

A mancha escura na base dos arcos da ponte, faz adivinhar o rio.
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