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Rio Xévora

por Júlia, em 08.06.09

Vegetação ribeirinha e reflexo nas águas tranquilas do rio.

 

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publicado às 08:44

Rio Xévora

por Júlia, em 01.06.09

As altas temperaturas que agora nos sufocam, fazem recordar a frescura e a beleza deste rio, ainda com um caudal razoável em meados do mês de Maio.

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publicado às 08:57

Viagem

por Júlia, em 01.12.08

 

Ontem, no fim do dia 30 de Novembro, o Tejo, as nuvens e o perfil de Lisboa, visto da Ponte Vasco da Gama (claro que em movimento...) a caminho do Alentejo.

 

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publicado às 11:16

Passeio no Alqueva

por Júlia, em 04.10.08

Na continuação do passeio ao Alqueva e depois da visita à barragem, o almoço foi em Moura, dando ainda tempo para percorrer algumas das ruas deste bonita vila.

A tarde foi ocupada com uma viagem até à marina de Amieira, onde embarcámos para percorrer parte do vale do Rio Degebe e da confluência deste com o Guadiana, até à barragem.

 

 

 A marina de Amieira, no vale do Rio Degebe, com uma azinheira em primeiro plano.

 

 Nestes dias de Setembro, há um constraste evidente entre o plano de água e a secura das terras das margens da albufeira, com o campo, neste troço, apenas pontuado por algumas azinheiras. Noutras áreas, o montado apresenta-se mais denso.

 

A barragem vista do barco.

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publicado às 08:22

Alqueva

por Júlia, em 03.10.08

Num dia do princípio de Setembro fui numa excursão visitar o Alqueva. Os passeios em grupo têm desvantagens porque limitam a liberdade de vaguear pelos lugares, descobrindo pormenores que não são evidentes sobretudo quando os horários são muito rígidos. Mas tem outras vantagens porque permitem o convívio com grupos mais alargados e a possibilidade de usufruir de certos programas.

No caso deste passeio, integrou um grupo alentejano-extremeño, claro que com mais extremeños que alentejanos. Visitámos o centro de interpretação da Barragem do Alqueva onde assistimos à projecção de uma filme sobre o empreendimento, comentado por um técnico destacado para o efeito e que ainda respondeu às perguntas que lhe foram feitas. 

Seguiu-se a observação do paredão da barragem, guiada pelo mesmo técnico. 

 

 O Rio Guadiana a jusante da barragem do Alqueva. 

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publicado às 08:20

Os dois rios

por Júlia, em 03.09.08

Quando escolhi o nome para este blogue tive como referência a antiga designação do Alentejo e os dois rios que definem, grosso modo, a grande região do Sul de Portugal. O Rio Tejo que lhe serve de limite Norte e o Guadiana - ainda no século XVI chamado de Odiana - que estabelece a linha de fronteira com Espanha em dois troços da raia a Sul de Badajoz, intercalados pelo seu curso unicamente em território português, desde o concelho de Mourão até ao de Mértola.

O Rio Tejo é o mais longo da Península Ibérica, com cerca de 1000 km de extensão, desde que nasce na Sierra de Albarracín, até que desagua nas águas do Atlântico. Quando entra em território português, tem alguns troços em que o rio se encaixa em vertentes mais apertadas e declivosas. Só mais para jusante irá encontrar a vasta planície sedimentar do Ribatejo, correndo então mansas as sua águas na vasta caleira aluvial que termina em delta interior. Por fim, o vale vai ainda apertar-se entre as colinas de Lisboa e da margem sul, e o Tejo cumpre o seu destino de chegar ao mar.

 

O Rio Tejo, em Belver.

 

O Guadiana é o grande rio do Sul. Nasce no planalto da Mancha, em Espanha, desaparece numa região de calcários e volta a aparecer nos Ojos del Guadiana. É um típico rio de planície com um caudal muito irregular, como é próprio dos rios da parte meridional da Península Ibérica. Corre aproximadamente no sentido Leste-Oeste até chegar a Badajoz. A partir daqui vai mudando de direcção e inflectindo para Sul.

A barragem do Alqueva veio alterar o ritmo anual do rio. Lugares onde, no Verão, se reduzia a um fio de água, vêem-se as suas margens inundadas pelas águas.

 

O Rio Guadiana, em Badajoz.

Vista a partir da ponte mais antiga, a que liga directamente às Puertas de Palma, agora destinada unicamente à circulação de peões. Numa manhã de Agosto, de um dia claro, foi muito agradável passear entre as duas margens e ver as águas calmas do rio, muito mais cheio desde a construção do Alqueva. Ao fundo vêem-se duas das pontes que unem as suas margens.

 

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publicado às 08:47

Juromenha e o Alqueva

por Júlia, em 05.08.07

 No dia 28 de Julho, de regresso do Redondo, passámos por Juromenha. O dia não convidava ao passeio pois o termómetro marcava 42ºC. Mas lá nos aventurámos para podermos observar a paisagem modificada pela albufeira do Alqueva.

Subindo ao castelo, consegue ver-se uma vasta área e o que era nesta altura do ano um rio de fraco caudal é a agora um "mar" de água.

 

A albufeira do Alqueva, vista a juzante do castelo de Juromenha

 

Vista da albufeira, a montante do castelo de Juromenha

 

Campos cultivados da margem esquerda. Vê-se Villareal, uma das aldeias de Olivença.

 

Novas culturas na margem direita. Distinguem-se alguns pomares.

 

O castelo de Juromenha. É visível o estado de degradação em que se encontra.

 

Torres do castelo de Juromenha

 

As muralhas da Restauração.

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publicado às 16:54

Mais cercas

por Júlia, em 21.05.07

 

As cercas invandem tudo. Já vi cercas entrarem pelas águas da barragem do Caia. Também há cercas colocadas de tal modo que impedem o acesso às margens dos rios. Mas esta situação é muito original: a cerca de rede atravessa  a ribeira de Abrilongo.

 

 

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publicado às 11:04

Rios

por Júlia, em 19.05.07

Este ano tem chovido bastante e a precipitação distribuiu-se por vários meses. Este facto reflecte-se no caudal dos rios que, no mês de Maio, ainda transportam bastante água. A destes rios irá alimentar o grande lago do Guadiana.

 

 

Rio de Arronches, a montante da ponte de Arronches

11 de Maio de 2007

 

 

 

O Rio Xévora a montante do pontão da Nossa Senhora da Enxara, Ouguela.

14 de Maio de 2007

 

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publicado às 11:13

Olivença IV - A ponte da Ajuda

por Júlia, em 14.03.07
As comunicações de Olivença com outras terras portuguesas limítrofes foram sempre dificultadas pelo Rio Guadiana.
Até ao século XVI o transporte de pessoas e mercadorias era feito por barca. E esta era de tal modo importante que, no foral novo, concedido por D. Manuel em 1 de Junho de 1510, um dos capítulos estabelecia os direitos e deveres que Elvas e Olivença tinham sobre a barca.
No reinado de D. Manuel foi mandada fazer uma ponte fortificada a unir as duas margens do rio. A ponte da Ajuda, sempre que havia guerra, era destruída, voltando-se ao transporte por barca até à sua próxima reconstrução. Em 1668 foi reconstruída pela última vez e em 1709, durante a Guerra da Sucessão de Espanha, foi definitivamente destruída, podendo ainda ver-se o que resta dos seus arcos e fortificações.
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A velha Ponte da Ajuda, vista da margem direita do Guadiana

Já nos anos 70, havia da parte dos oliventinos o desejo de reconstrução da Ponte da Ajuda, não por razões sentimentais, mas na expectativa de que os fluxos que se viessem a estabelecer contribuíssem para o seu desenvolvimento.

A parte da ponte que se encontra na margem esquerda já foi objecto de obras, enquadradas no "Projecto de recuperação e reabilitação da Ponte Antiga da Ajuda para fins pedonais e turísticos". No entanto, este projecto não se concretizou.

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Ponte da Ajuda na margem esquerda, em parte recuperada pelos espanhóis

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Foi entretanto construída uma nova ponte que permite a ligação directa entre as duas margens do Guadiana, com ligação à cidade de Elvas.

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A nova Ponte da Ajuda, vista da margem esquerda do Guadiana

Neste local, o Rio Guadiana mostra já as consequências da construção da Barragem do Alqueva. Neste local, a corrente era muito tumultosa devido à irregularidade do leito do rio. Agora, as águas, mais calmas, espraiam-se para além do que eram as antigas margens.

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publicado às 16:33


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