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Reflexos

por Júlia, em 15.12.11
No rio Sever, numa tarde de outono.

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publicado às 08:38

Alentejo e água

por Júlia, em 05.07.11

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publicado às 08:35

Barragem de Abrilongo 2

por Júlia, em 06.01.11

 

O processo de descarga da barragem, depois de ter sido atingida a cota máxima.

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publicado às 08:29

Albufeira de Abrilongo

por Júlia, em 04.01.11

 

A segunda etapa da viagem tinha de ser a Barragem da Ribeira de Abrilongo para observar o estado da albufeira. Não havia vento e a superfície aquática era um autêntico espelho. Apesar de não estar a chover. o céu estava encoberto por nuvens, onde, de vez em quando, um feixe de raios solares aproveitava uma descontinuidade para se reflectir na água. A albufeira estava cheia como nunca a tinha visto.

 

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publicado às 08:20

Água

por Júlia, em 02.01.11

 

Com este outono e princípio de inverno tão chuvosos, tinha curiosidade de ver qual o estado das principais linhas de água, aqui, desta área.  No primeiro dia de Janeiro, a "volta dos tristes" começou no rio Xévora, junto à capela de Nossa Senhora da Enxara. O rio galgou já o leito normal e inundou as margens. A maior parte da vegetação ribeirinha encontra-se mergulada na água.

Até a árvore onde foi colocada a placa avisando que esta área é de "não caça" está dentro de água...

 

 

 

 

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publicado às 08:02

Ribeira de Nisa

por Júlia, em 02.05.10

 

 

 

11 de Abril de 2010

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publicado às 08:23

Vista para a Beira

por Júlia, em 30.04.10

 

Um bocadinho do Alentejo, o Rio Tejo e o começo da Beira. 26 de Abril, Barca da Amieira.

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publicado às 08:08

Ribeira de Seda, Pisão

por Júlia, em 24.04.10

 

 

 

A Ribeira de Seda nasce na Serra de S. Mamede. Depois de atravessar o concelho de Portalegre, o seu curso segue para o concelho do Crato. Foi aqui que a vi muitas vezes, quer na ponte romana, quer na ponte mais moderna e ainda nalguns outros sítios onde era habitual ir por alturas do 1º de Maio.

No Pisão, aldeia do concelho do Crato, a ribeira ia cheia neste mês de Abril, graças às abundantes chuvas que caíram. Depois de um ligeiro desnível, com o leito formado por rocha, o rumor da água a correr era substituído pela tranquilidade desta curva, enquadrada pelos blocos de granito. As águas reflectiam a vegetação, sobretudo os freixos, que, exuberantemente, se cobriam de folhas.

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publicado às 08:39

Rio Caia

por Júlia, em 22.01.10

O Rio Caia e a Ponte do Crato em Arronches.

 

Mais a jusante, no Baldio, o rio espraia-se e corre rápido na área onde começa a albufeira. Aqui foi construída uma nova ponte e é um dos pontos de observação de garças.

 

No Baldio, ao lado da nova está a antiga ponte, onde pode ver-se o que terá sido o leito natural do rio.

 

17 de Janeiro de 2010

 

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publicado às 11:36

Rio Xévora

por Júlia, em 06.01.10

No dia 5 de Janeiro, o rio Xévora cresceu e alagou o leito de cheia, consequência da chuva que, persistentemente, caíu durante alguns dias.

 

A jusante do pontão, vendo-se, ao fundo, a igreja de Nossa Senhora da Enxara. Há uns dias a água cobriu o tabuleiro que se vê no canto inferior esquerdo.

 

A montante do pontão.

 

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publicado às 08:46


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