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Oliveira

por Júlia, em 28.10.17

Oliveira Adães.jpg

 Oliveira muito antiga utilizada como ornamental.

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publicado às 17:02

Oliveira

por Júlia, em 07.05.17

IMG_0030.JPG

Na entrada de uma quinta, com evidente finalidade ornamental.

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publicado às 10:14

Árvore

por Júlia, em 29.03.17

IMG_2753.JPG

 Tipuana tipu, no renovado espaço do Cais do Sodré, em Lisboa. 8 de março de 2017.

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publicado às 14:21

Magnólia

por Júlia, em 17.06.16

 

 

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 Na manhã soalheira as flores da magnólia destacavam-se no verde escuro brilhante da copa.

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 A sombra de duas magnólias amenizava a temperatura que começava a subir na manhã de Junho. A multidão assistia à transmissão televisiva de um programa, na Avenida Luisa Todi, em Setúbal.

Provavelmente, ninguém reparou nas flores das magnólias.

 

 

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publicado às 15:42

Mais jacarandás

por Júlia, em 14.06.16

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 Na Avenida Luisa Todi, Setúbal.

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publicado às 15:38

Azul sobre azul

por Júlia, em 10.06.16

IMG_2462.JPG

 Jacarandás de Lisboa.

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publicado às 17:57

Oliveiras de S. Braz

por Júlia, em 08.04.16

Há alguns anos fotografei as oliveiras que estão no espaço que rodeia a ermida de S. Braz, nos arredores de Elvas. Na altura, a luz não era particularmente favorável para fotografar os velhos troncos e algumas fotos não ficaram boas.

Hoje, talvez influenciada pelo documentário que passou na RTP 2 sobre as oliveiras milenares do Alvito, fui novamente fotografar as oliveiras de S. Braz, que, em idade, parece poderem competir com as de Alvito.

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publicado às 14:17

Portalegre

por Júlia, em 26.04.15

Sábado, 25 de Abril.

O hábito de ir à praça tem vindo a perder-se. Há varias razões para o declíneo destes lugares, de que destaco o aparecimento de lojas de frescos disseminadas no espaço urbano e os supermercados.

Tenho alguma memória de visitar a praça de Portalegre já há muitos anos. Agora que a revisitei, chocou-me a reduzida dimensão da área ocupada pelas bancas, limitada ao piso inferior. Nem sequer existe uma clara diferenciação espacial em função dos produtos comercializados. Se a oferta não é muita, nem muito diferenciada, a clientela também não abunda. Apesar de tudo, a qualidade da oferta pareceu-me bastante boa. Sempre aproveitei para comprar alguma fruta e vegetais.

Num dia cinzento, a ameaçar chuva, caso que não veio a acontecer, nas proximidades, o jardim da Corredoura convidava a um passeio. As árvores exibiam as suas primeiras folhas, facto evidente na cor verde clara das copas.

Curioso, neste jardim, a existência de uma estrutura, provavelmente construída naquilo que as autarquias designam por "requalificação", que parece ser destinadas a água corrente, uma espécie de canal com desníveis e placas transversais para figurarem como obstáculos, simulando sucessivas quedas de água, mas que de água têm os restos da que choveu, misturada com algum lixo.

Corredoura.jpg

A alameda dos plátanos

Corredoura, plátano 1.jpg

 Um dos imponentes plátanos, na parte norte do jardim

Corredoura, tronco 1.jpg

 Pormenor do tronco

Corredoura, plátano 2.jpg

 Outro plátano, próximo do primeiro

Corredoura, tronco 2.jpg

Pormenor do tronco

 

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publicado às 13:53

Azinheira

por Júlia, em 21.04.15

Azinheiras 3.jpg

 Li algures que as árvores felizes tinham ramos que tocavam o chão. Esta deve ser uma azinheira feliz. Não sei se alguma vez lhe fizeram uma "limpeza", mas parece que a copa se desenvolveu livremente. É uma árvore fantástica que povoa o Alentejo, neste caso dispersa no campo semeado. Mas, onde surge em povoamentos mais densos, tem, nesta altura do ano, um aspecto que associo ao conceito de floresta encantada.

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publicado às 15:18

Árvores

por Júlia, em 07.03.15

plátano.jpg

 Várias vezes aqui abordei o tema do corte radical das árvores, eufemísticamente designado pelas autarquias de poda ou limpeza. Mas mesmo nos concelhos mais radicais nesta prática, se encontram algumas árvores que foram poupadas e podem crescer quase livremente.

Este plátano foi fotografado em Janeiro, e está localizado num largo mais ou menos ajardinado, no interior da povoação, em Barbacena, concelho de Elvas. Não fossem outras árvores nas proximidades e julgaríamos estar numa autarquia que preserva as árvores do espaço público.

Num dia desta semana, ao passar por Barbacena, pude observar que a grevília que se encontra no largo, junto à estrada, voltou a ser alvo de um corte que lhe retirou a parte superior da copa, ficando apenas os ramos inferiores. Os dois freixos que referi numa publicação de há quase oito anos, não foram abatidos, como me informaram na altura e têm resistido ao longo deste tempo. Mas pude agora observar que as copas foram completamente cortadas, estando reduzidos ao tronco. Parece que os habitantes de Barbacena que costumavam sentar-se nos bancos a ver os carros passar na estrada, vão deixar de ter a sombra protectora dos freixos nos dias de brasa do verão.

 

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publicado às 16:58


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