Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Ano velho, vida nova

por Júlia, em 30.12.10

 

O ailanto (Ailanthus altissima (Miller) Swingle), é uma árvore com uma grande capacidade de reprodução, estando até classificado como planta invasora.

Este ailanto, provavelmente partido em consequência de algumas fortes rajadas de vento, tem assegurada a continuação da espécie nas proximidades: algumas árvores jovens preparam-see para ocupar o lugar da grande árvore.

 

Apesar das negras perspetivas que o ano de 2011 nos apresenta, cabe-nos, a nós, termos a força suficiente para suportar os embates e a capacidade de trabalharmos para renovar a esperança em dias melhores.

A todos desejo um BOM ANO DE 2011.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:09

Ruína

por Júlia, em 28.12.10

 

 

Já foi casa de quinta de visconde, com tudo o que uma quinta deve ter: jardim, horta, pomar, olival... Hoje, a casa é uma ruína que tem vindo a cair aos poucos e o campo circundante é pouco mais que um descampado, despido de árvores. Perto da casa foram construídos uns inestéticos barracões e a única atividade que se observa está relacionada com alguns cavalos que por ali se vêem, de vez em quando, a pastar.

Confesso que era a casa e a quinta que eu gostaria de ter tido. Talvez por isso dá-me uma imensa pena ver o estado de abandono a que está votada. Mas são sinais dos tempos: todas estas pequenas explorações agrícolas que constituiam uma coroa à volta da vila têm vindo a ser sistematicamente abandonadas. Por um lado porque deixou de haver quem as cultivasse; por outro, a produção agrícola em larga escala e a facilidade dos transportes inundou o mercado de produtos mais baratos - muitas vezes de pior qualidade.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:23

Quatro anos

por Júlia, em 26.12.10

Quando iniciei este blogue, faz hoje quatro anos, não tinha qualquer ideia sobre a sua duração. Tal como se diz no Alentejo, vai-se fazendo... Talvez ainda dure bastante, ou talvez não.

O tempo (meteorológico) e outras atividades têm-se mostrado inimigos das minhas andanças de descoberta por terras alentejanas. Apesar de tudo, o saber que há pessoas interessadas no que faço, atendendo ao número de visitas que o contador regista, é um estímulo que me leva a não desistir. A todos os meus agradecimentos.

 

 

Foto: As primeiras flores de folhado que vi nesta época do ano.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 08:10

Natal

por Júlia, em 24.12.10

 

 

Celebremos o Natal em família iluminados pela beleza das flores.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 17:41

Chuva

por Júlia, em 22.12.10

 

Estes dias têm sido dias de chumbo. Espessas nuvens cinzentas desfazem-se em chuva, saciando a  terra, depois da secura do longo e tórrido verão. Ao amarelado seco dos restolhos e da erva dos pousios, substitui-se o verde em tonalidades diversas, renovando a vida das paisagens. A terra, saturada da abundância, deixa, aqui e ali, mantos de água, charcos, onde a vida se vai renovando também. É tempo dos anfíbios - rãs, sapos, salamandras e quantos mais!

Quando uma aberta interrompe a escuridão e ilumina a paisagem, por vezes surge o arco-irís, dissociando a luz nos seus elementos coloridos. Quem pode neste tempo, não admirar a natureza?

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:12

Bromélia

por Júlia, em 14.12.10

 

Não tenho muitas plantas de interior. Além das aspidistras que têm tantos anos que já fazem parte integrante da casa, tendo sobrevivido a muitas situações em que outras plantas não teriam resistido, uma das mais recentes é a bromélia que é uma das minhas preferidas. Gosto especialmente desta planta tropical que, pelas suas cores, constitui um regalo para a vista.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 11:14

Chaminé dupla

por Júlia, em 11.12.10

 

Há pormenores que só a história das povoações consegue explicar. Um dos aspetos que mais se destaca em Campo Maior é a elevada densidade da construção urbana na parte mais antiga da vila. Durante muito tempo, até meados do século XIX, a função de praça forte de defesa da fronteira não permitia a expansão da vila para fora das muralhas da fortaleza, construídas depois da Restauração da Independência, em 1640. A necessidade de habitações, resultante do crescimento da população ia sendo resolvido com a construção em altura. Deste modo, são poucas as casas térreas, predominando as que possuem rés-do-chão e primeiro andar. Um outro aspeto interessante reside na profusão de portas. A maioria das fachadas possui duas portas, uma de acesso ao rés-do-chão e outra ao primeiro andar, as quais constituem habitações independentes. Por vezes a largura da casa é tão pequena que não dá espaço para qualquer outra abertura, como uma janela. É evidente que, num tempo em que as lareiras tinham uma função importante quer para aquecimento no inverno, quer para cozinhar as refeições durante todo o ano,  o acrescentar de mais um andar à casa implicava resolver o problema da chaminé. Neste caso, ficaram assim...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:49

Buganvília em Dezembro

por Júlia, em 09.12.10

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 08:59

Caixas de correio

por Júlia, em 07.12.10

 

Quartéis do Lago. Campo Maior

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:37

Janela

por Júlia, em 05.12.10

 

 

São poucas as janelas que ainda têm este tipo de portadas, feitas em madeira e apenas com um pequeno postigo envidraçado.  Quando são feitas obras de recuperação das casas, as portas e janelas antigas, invariavelmente, são os elementos que desaparecem para dar lugar a outros mais modernos e feitos de materiais mais resistentes às extremas temperaturas que se fazem sentir nas estações do ano.

 

Em Campo Maior. Dezembro de 2010

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:08

Pág. 1/2



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2006
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D