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Chaminé

por Júlia, em 29.11.10

 

De um antigo lagar, hoje transformado em restaurante.

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publicado às 13:43

Medronhos

por Júlia, em 27.11.10

 

Dependendo da orientação da pequena árvore, varia muito o estado de maturação dos medronhos. Curiosamente, os mais maduros encontram-se nos ramos mais altos, de certo modo inacessíveis. Embora aqui não se veja, também já se encontra em floração.

 

 

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publicado às 08:56

Chaminés de Barbacena (mais)

por Júlia, em 25.11.10

 

 

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publicado às 08:30

Ainda, chaminés

por Júlia, em 23.11.10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao contrário das chaminés de Barbacena, estas não se destacam pela forma. À qualidade estética das anteriores sobrepõe-se a simplicidade das formas destas.

O facto do reboco da chaminé da foto da direita estar a esboroar-se, permite ver claramente o material de construção utilizado e muito comum na vila de Campo Maior: o chamado tijolo burro.

 

(clicar sobre as fotos para ver em tamanho maior)

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publicado às 08:12

Chaminés de Barbacena

por Júlia, em 21.11.10

 

Na mesma rua, estas duas chaminés. Dois habitantes de Barbacena, meteram conversa para tentarmos chegar à conclusão sobre qual a chaminé mais bonita. Claro que é impossível um acordo. Por mim, as suas são igualmente extraordinárias. (A meteorologia é que não esteve particularmente propícia...)

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publicado às 08:13

Casa em Barbacena

por Júlia, em 19.11.10

 

Foi numa tarde de Novembro com o céu coberto de nuvens a prometer chuva. A intenção era revisitar Barbacena e algumas das suas belas chaminés. No entanto, não perco a oportunidade de ir registando casas tradicionais cujo destino é muito incerto, sendo muito provável que, mais dia, menos dia, venham a desaparecer.

Numa das ruas, contrastando com casas bem arranjadas, esta com aparência de estar abandonada. Só não imaginava que viesse a suscitar uma acesa discussão entre duas vizinhas. Já me tinha afastado, quando ouvi uma voz, em tom bastante alto, a dizer para outra que não percebia por que razão andavam para ali a fotografar estas casas em tão mau estado. Ao que a outra voz respondia, concordando que não percebia as intenções de forasteiros interessados em coisas que não têm qualquer préstimo e só desmerecem no conjunto da povoação.

Como já estava bastante afastada, acabei por achar que não valia a pena voltar atrás e dar algumas explicações. Até porque não tinha a certeza de ser entendida...

Não foi esta a primeira vez que me aconteceram cenas parecidas com estas. Ninguém estranha que se fotografe uma igreja, um palácio ou um qualquer monumento. Mas estas casas que estão a desaparecer e são testemunho da história das terras alentejanas, ninguém lhes dá qualquer valor.

É evidente que, para os habitantes das povoações, elas representam tempos difíceis, muita pobreza e desconforto. Mas devia existir, por parte de alguma entidade, o interesse por preservar, pelo menos, parte de um património que não sendo monumental, faz parte da cultura alentejana.

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publicado às 08:26

Folhas e frutos de um Acer

por Júlia, em 17.11.10

 

 

 

 

 

 

Este, pelo menos, ainda não foi cortado...

 

 

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publicado às 08:02

Agora, os plátanos

por Júlia, em 15.11.10

 

 

Agora foi a vez dos plátanos. Av. Calouste Gulbenkian. Campo Maior.

(clicar sobre as fotos para ver tamanho maior)

 

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publicado às 08:43

Amoreiras

por Júlia, em 12.11.10

 

 

 

 

 

 

 

Em 1934 eram quatro jovens promissoras, cuidadosamente protegidas para evitar quaisquer  danos que impedisse o seu normal crescimento, plantadas no Largo da Casa do Povo.

Agora, reduzidas a três e com a provecta idade de 76 anos, estão a ser sujeitas, pelo segundo ano consecutivo, às podas radicais decididas pelos autárquicos donos das serras mecânicas.

A razão destas acções permanece algures no campo da não explicação. Aqui não se pode invocar ignorância porque têm informação suficiente para conhecer a incorrecção desta forma de tratar as árvores do espaço urbano.

Resta-nos a indignação...

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publicado às 14:25

Raia

por Júlia, em 10.11.10

Depois de uma longa caminhada, surgiu um pilar de pedra muito apropriado para servir de assento, proporcionando-me um breve descanso. Muitas vezes aqui tinha estado, mas só agora me apercebi que o meu assento de ocasião era, nada mais, nada menos, que um marco de fronteira. Neste momento, estava eu em território português, mirando a bela azinheira espanhola.

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publicado às 08:13

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