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Vila Real

por Júlia, em 09.10.09

 

Em Maio fiz uma viagem por terras do Norte. As cidades, tão diferentes das do Sul, primam pela beleza e pelo cuidado posto na sua recuperação. Aqui, uma vista da principal praça da cidade de Vila Real, onde também se localizam os Paços do Concelho, num edifício barroco que contrasta com a sobriedade das construções dos séculos XV-XVI.

 

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publicado às 08:30

Rio Guadiana

por Júlia, em 07.10.09

 

A secura da paisagem num dia do mês de Setembro, vista do largo fronteiro à Ermida de Nossa Senhora da Ajuda. Em tempos, antes da construção da barragem de Alqueva, via-se o leito rochoso do Rio Guadiana, neste período de estiagem. O rio foi domesticado e agora as águas tranquilas reflectem o efeito do obstáculo que foi construído muitos quilómetros a jusante.

 

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publicado às 08:05

Nossa Senhora da Ajuda

por Júlia, em 05.10.09

 

Ermida de Nossa Senhora da Ajuda, localizada na margem direita do Guadiana, na encosta sobranceira ao ponto onde se encontra a destruída ponte de Ajuda que ligava os termos de Elvas e de Olivença. De arquitectura popular, é local de romaria.

No dia de Setembro em que visitei o local, o triste espectáculo de um bonito cão faminto, certamente abandonado no local.

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publicado às 08:52

Flor da Rosa. Casa

por Júlia, em 03.10.09

 

Casa tradicional junto à estrada N245. Algumas destas casas, só aparentemente eram pequenas. Conheci bem uma destas casas.

Tinha um telhado de duas águas mas em que a parte que correspondia às traseiras era muito maior do que a que se via da rua.  Esta assimetria correspondia a duas funções diferentes da casa: habitação e oficina de olaria. A porta dava acesso à cozinha, para a qual abria um corredor e um quarto de dormir; uma escada de granito dava acesso aos sobrados com pavimento de tábuas, utilizados também como quartos de dormir.  O chão era coberto por grandes lajes de xisto. O extenso corredor dava acesso a um vasto telheiro onde se encontravam o torno do oleiro e espaços destinados à arrumação de lenha e da louça. 

Atrás da casa, a horta e o olival, com algums árvores de fruto, sobretudo figueiras.

Na frente da casa, os indispensáveis poiais.

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publicado às 08:32

Flor da Rosa. Casas

por Júlia, em 01.10.09

As aldeias alentejanas caracterizam-se, em geral, pela densidade da área construída. As casas aglomeram-se ao longo de uma rede de ruas mais ou menos estreitas.

Flor da Rosa foge a esta imagem. A aldeia parece ter crescido em função da proximidade do mosteiro e dos vários eixos viários que a atravessam, deixando grandes espaços no seu interior. É provável que a actividade económica que animou a aldeia até meados do século XX, a olaria, também tenha influenciado a sua estrutura. Nestes tempos, era comum ver, em vastas áreas em frente das olarias, grande quantidade de louça a secar ao sol.

 

 Casas tradicionais de Flor da Rosa, com poucas aberturas, grandes chaminés e os poiais (piais) onde os moradores apanhavam o fresco ao fim da tarde.

 

Um conjunto de casas de construção mais recente que as anteriores.

 

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publicado às 08:19

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