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Estremoz. Igreja de Santiago

por Júlia, em 10.09.09

 

Limitada pela extremidade Oeste da fortaleza seiscentista de Estremoz, situa-se a Igreja de Santiago, numa posição excêntrica em relação ao bairro do mesmo nome e que constituia o arrabalde do núcleo urbano mais antigo, sendo que este se localizava no interior da muralha medieval.

Segundo a informação que se encontra no local, a Igreja de Santiago é um templo seiscentista de carácter popular. Sobre a porta da igreja pode-se ver uma cruz da Ordem de Avis.

 

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publicado às 08:27

Estremoz. Porta de Évora

por Júlia, em 08.09.09

Quando se entra em Estremoz, o acesso é feito por várias portas abertas nas muralhas da fortificação mandada edificar no século XVII, na sequência da Guerra da Restauração. A porta de Évora não se encontra nas principais vias de acesso, mas numa estreita estrada de acesso local.

 

Segundo informação recolhida no local, a fortificação foi começada em 1645, sob a direcção do jesuíta flamengo João Pascácio Cosmander. É uma típica construção raiana das Guerras da Restauração, com vários baluartes e quatro portas de entrada de traçado barroco-militar.  A porta de Évora é a entrada exterior para o antigo Bairro de Santiago, tendo como elemento mais relevante uma ponte levadiça reconstruída posteriomente nos seus elementos e com grossas correntes de ferro.

 

Vista para o exterior, com a planura que se estende a partir do sopé da elevação onde se situa a cidade e o perfil da Serra d'Ossa no horizonte. De notar o verde das manchas das vinhas, de cujas uvas se faz o excelente vinho da região.

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publicado às 10:00

Flor da Rosa. Porta gótica

por Júlia, em 06.09.09

Porta gótica envidraçada no interior do claustro do Mosteiro de Flor da Rosa. Em que se prova que estive mesmo lá.

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publicado às 07:29

Flor da Rosa. No interior do Mosteiro

por Júlia, em 04.09.09

 O claustro do Mosteiro de Flor da Rosa

 

Pormenor das abóbadas do claustro. 

  

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publicado às 08:46

Flor da Rosa. Mosteiro

por Júlia, em 02.09.09

 

Visitei o Mosteiro de Flor da Rosa, num quente dia de Agosto. Por momentos recordei as muitas vezes que entrei naquele portal, percorri o seu interior arruinado e subi as íngremes escadas de caracol que dão acesso à torre sineira que, naquela altura, nem sequer tinha sinos.

Ir a Flor da Rosa era um dos passeios de domingo, tão próximo que está do Crato. As grandes salas abobadadas, a enorme chaminé da cozinha, a cisterna e o claustro, a que se juntavam as dependências sem tecto do andar superior mas com janelas com uma vista fantástica, eram sempre motivo de interesse e curiosidade embora a prudência aconselhasse muito cuidado, dado o estado de degradação do edifício.

Felizmente tudo mudou. No exterior, os ciprestes parecem dar-nos as boas vindas.  Todo o edifício resplandece ao sol. No interior, além da parte ocupada pela pousada, é possível visitar a igreja, a sacristia, o claustro e as salas correspondentes às antigas cavalariças. Alguns destes espaços estão a ser aproveitados para exposições, acrescentando motivo de interesse para justificar uma visita ao monumento.

 

"Fundado em 1356, o Mosteiro da Ordem do Hospital de Flor da Rosa constitui um dos mais emblemáticos exemplos de Mosteiro fortificado existentes no nosso país. A sua igreja mantém o essencial da arquitectura gótica original, de nave única, com o arco do cruzeiro de dimensões invulgares, o abobadamento em ogiva e as grandes massas despidas, com aberturas apenas nos registos superiores. No entanto, sofreu várias alterações, sobretudo nos séculos XVI e XVII. Todo o edifício possui altas paredes ameadas, em granito aparelhado. Da primitiva traça conserva algumas torres com portas e janelas ogivais, frestas em arco aguçado, impostas e colunelos; a feição actual do edifício é fruto das obras efectuadas na década de 40 do Séc. XX.

Em 1995, parte do conjunto foi adaptado a Pousada da Enatur, com projecto do Arquitecto Carrilho da Graça.(Descrição - IPPAR)

 

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publicado às 08:45

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