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Redondo.Clarabóia

por Júlia, em 30.07.09

Em largo em frente da Igreja da Misericórdia avistam-se os telhados de um edifício, com entrada na Rua do Castelo, de onde sobressaiem algumas lanternas de iluminação.

 


Ver mapa maior

 

No mapa do Google pode observar-se o telhado do edifício, com as chaminés e lanternas de iluminação.

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publicado às 08:26

Redondo. Torre do Castelo

por Júlia, em 28.07.09

 

No largo onde se situa a Misericórdia acede-se à torre do castelo. Esta encontrava-se fechada, talvez devido ao adiantado da hora.

Segundo informação disponibilizada no portal da Câmara Municipal de Redondo, a torre de menagem é "construção militar palaciana, destinada a substituir a alcaidaria primitiva, é obra do tempo de D. Afonso V, que ordenou a sua feitura nos últimos anos do seu governo, com determinação de uma colecta aplicável sobre os vinhos de Évora. Todavia, a empreitada terá sido concluída já no reinado de D. Manuel, como o parece provar a formosa abóbada do 2º piso."
 

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publicado às 08:25

Redondo. Misericórdia

por Júlia, em 27.07.09

Igreja da Misericórdia, cuja construção remonta ao século XVI, adjacente à antiga hospedaria que foi integrada na Misericórdia em 1521.

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publicado às 08:27

Redondo. Rua do Castelo

por Júlia, em 25.07.09

Da antiga vila dentro das muralhas existe apenas uma rua. Se existiram outras, foram ocupadas por alguns edifícios de dimensões apreciáveis, de que se destada a Santa Casa da Misericórdia e a respectiva igreja.

 

Aqui vê-se uma perspectiva da Rua do Castelo, com a Porta do Postigo ou do Relógio ao fundo. No lado direito localiza-se um edifício notável que é actualmente a Enoteca. Dado o adiantado da hora não foi possível (re)visitar este espaço e rever as belas abóbadas sustentadas por colunas das salas que agora são destinadas a divulgar um importante produto da região, o vinho que se produz no concelho de Redondo.  

 

Casas de arquitectura popular desta rua. A foto foi tirada do largo onde se localiza a Igreja da Misericórdia e um grande edifício desta instituição. 

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publicado às 08:12

Não demorou muito a chegar ao largo onde se localiza a igreja matriz, cuja construção data de 1576, ficando fora do recinto muralhado e integrada nos novos arruamentos que marcaram a primeira expansão da vila.

 

 

No mesmo largo pode admirar-se a Porta do Postigo ou do Relógio, que é uma das duas portas que dá acesso ao recinto muralhado, dentro do qual se encontra o núcleo mais antigo da vila. É notável o contraste das paredes caiadas com a cor da pedra nua das duas torres que ladeiam a porta.

 

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publicado às 08:02

Redondo. Chegada

por Júlia, em 21.07.09

Lembro-me de ter passado várias vezes pela vila de Redondo, mas sem grande preocupação para a apreciar. Ficou a recordação de um excelente almoço num restaurante de que já não sei o nome. A última vez que lá estive foi há dois anos, quando se realizou a última edição da Festa das Ruas Floridas. Nessa altura, as flores e outros ornamentos de papel, escondiam da nossa vista o aspecto físico da vila.

Num fim de semana do início de Julho, foi altura de alterar o percurso de regresso da região de Lisboa para passar pelo Redondo. Estacionado o carro numa rua que pareceu próxima do centro histórico (imprevidência não ir munida de uma planta da vila...), começamos a caminhada de descoberta. Na esquina de uma rua, um habitante local estava sentado numa cadeira baixa, apanhando o fresco do fim da tarde. À pergunta sobre a direcção que devíamos tomar para ir ao centro histórico, respondeu com um gesto largo de braço indicando o caminho para o nosso objectivo. Nessa altura não lhe ouvimos uma palavra, mas andados alguns metros e vendo-nos falar com uma senhora que passava e à qual perguntávamos o nome da capela que estávamos a observar, o homem lá resolveu chamar-nos para nos recomendar a visita à igreja e convento de Santo António,  indicando com precisão o caminho para lá chegar.

 

Capela de Nossa Senhora da Cabeça

 

Nota: o portal da Câmara Municipal de Redondo tem informação sistematizada sobre os principais monumentos do concelho:

 

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publicado às 08:46

Cromeleque de Almendres

por Júlia, em 18.07.09

Depois da visita ao menir, é preciso andar mais um pouco na estrada de terra batida para chegar ao Cromeleque de Almendres. Aqui é possível estacionar o carro mesmo junto deste impressionante recinto megalítico. Ocupa uma área bastante grande e, encontrando-se no cimo de uma elevação, deste local pode admira-se uma vasta paisagem, podendo, inclusivamente, distinguir-se perfeitamente a cidade de Évora.

 

A placa da Região de Turismo de Évora que se encontra no local permite-nos saber que o povo chamava a este conjunto megalítico o "Alto das Pedras Talhas". É o maior recinto megalítico da Península Ibérica e um dos mais antigos monumentos da Humanidade. Terá sido edificado no Neolítico Antigo, há cerda de 7000 anos. É constituído por cerca de uma centenas de monólitos, alguns deles decorados com gravuras. De planta oval, resultou de acrescentos e remodelações ao longo do tempo. Mas, originalmente, teria a forma de ferradura aberta a nascente como outros recintos megalíticos desta região. A disposição de alguns monólitos coincide com os movimentos astronómicos elementares do Sol e da Lua, marcando equinócios e solstícios.

 

A visão que se tem quando se chega ao recinto megalítico. Entre os monólitos avista-se a cidade de Évora.

Só com uma máquina com grande angular é possível fotografar a totalidade do recinto. Esta é apenas uma visão parcial do conjunto.

Alguns monólitos formando um círculo.

 

Para mais informação, clicar aqui.

 

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publicado às 08:32

Menir de Almendres

por Júlia, em 16.07.09

 

Era muito antiga intenção de visitar os monumentos megalíticos de Almendres. Foi sendo adiada ao longo do tempo mas, num destes dias do princípio do mês de Julho, com uma temperatura relativamente amena, a placa identificando a direcção que o viajante deve tomar para lá chegar, constituiu um apelo muito forte que levou à decisão de não deixar para uma próxima vez a visita a estes sítios arqueológicos.

Depois de deixarmos a estrada de alcatrão, na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe, não é muito fácil o caminho pela estrada de terra batida.

Ao longo do caminho é possível admirar o bosque que se vai adensando aqui e ali, sinal de que algumas daquelas terras deixaram de ser cultivadas. Chegados ao local onde não é possível continuar de carro, uma estreita vereda, ladeada vedações, permite caminhar dentro da Herdade de Almendres, onde se localiza o menir. É uma subida razoável e, chegados ao cimo do monte, eis que surge o imponente menir.

 

Na placa que se encontra no início da vereda, num alargamento da estrada, encontram-se informações sobre este monumento. De forma sintética, ficamos a saber que o Menir de Almendres tem uma forma ovóide alongada e é um exemplar característico dos menires da região de Évora. Datado do Neolítico Antigo/Médio, na parte superior tem um báculo gravado em baixo relevo, motivo decorativo que o liga à cultura agro-pastoril dos povos neolíticos. Parece estar relacionado com o recinto megalítico dos Almendres, pois o alinhamento entre os dois monumentos coincide com o nascer do Sol no solstício de Verão (Junho).

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publicado às 08:27

Flores da murta

por Júlia, em 15.07.09

Uma das minhas flores preferidas é a da murta (Myrtus communis L.). Encontrei estes arbustos cobertos de flores num jardim, num dos primeiros dias do mês de Julho. 

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publicado às 08:47

Aboboreira

por Júlia, em 14.07.09

As minhas experiências hortícolas são completamente decepcionantes. Há tempos comprei uma pequena abóbora que foi transformada em sopa e resolvi enterrar, num vaso bastante grande, algumas sementes. Não tardou que algumas das pevides dessem plantinhas que foram crescendo, crescendo, até que uma mais forte começou a dar as suas belas e efémeras flores. Estou desconfiada que estas flores são unissexuadas porque murcham e de frutos, nem rasto... 

 

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publicado às 08:01

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