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Na Beira. Torre de igreja

por Júlia, em 20.06.09

Torre da Igreja de São Pedro em Gouveia

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publicado às 08:35

Na Beira. Rua Direita de Gouveia

por Júlia, em 19.06.09

A Rua Direita de Gouveia situa-se fora do núcleo mais antigo da cidade, assim como as principais igrejas, a de São Pedro e a da Misericórdia, localizadas em dois dos lados da Praça de São Pedro. A rua parte exactamente desta praça e nela se encontra a interessante Fonte do Assento e a Casa da Torre com uma impressionante janela manuelina.

 

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publicado às 08:38

Na Beira. Ruas de Gouveia

por Júlia, em 17.06.09

As ruas do centro histórico, sendo as principais concêntricas em relação ao Largo  do Castelo, onde, aliás, não se pode observar  castelo nenhum, respiram a tranquilidade das velhas povoações, pouco adequadas ao movimento automóvel.  É até perigoso alguém aventurar-se com automóveis por estas ruas, como pude verificar quando uma condutora se viu em dificuldade para resolver um problema de impossibilidade de continuar por uma destas vias estreitas e sinuosas.

Se há algumas casas com visíveis sinais de estarem abandonadas, a ideia com que se fica é de uma cidade que recupera o seu património construido.

Às primeiras horas da tarde de um dia de Maio, a quietude das ruas desertas, as casas pintadas de branco, intercaladas aqui e ali por algumas de granito sem reboco, os muros onde se adivinham os quintais pelas árvores que sobre eles espreitam, transportam-nos para outro tempo muito diferente da agitação que caracteriza aquele em que vivemos. E a montanha sempre presente e que se avista, deslumbrante neste final de Primavera, a cada nesga que interrompe a barreira do casario.

 

 

 

 

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publicado às 08:20

Na Beira. Fontes de Gouveia

por Júlia, em 16.06.09

Para uma alentejana um dos aspectos que mais atrai a atenção é a abundância de água que aqui se pode observar nos rios, ribeiras e nas fontes.

No mês de Maio a Ribeira de Gouveia corria em cascata vinda do alto da serra e, na sua margem, ainda se podia vislumbrar um antigo moinho, meio escondido pela exuberante vegetação.

Das três fontes assinaladas num mapa obtido na loja do turismo local, fixei duas, porque o tempo foi curto para poder visitar mais demoradamente a cidade.

 

 Fonte do Assento

 

 Fonte do Tinoco

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publicado às 08:15

Pelourinhos (14)

por Júlia, em 15.06.09

Pelourinho de Gouveia

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publicado às 08:11

Na Beira

por Júlia, em 14.06.09

Como diz José Saramago no livro Levantado do Chão, "O que há mais na terra é paisagem", e claro que há muita mais paisagem para lá do Alentejo, região tema deste blogue. Como no anterior post estava já na margem direita do Tejo, logo nas Beiras, irei durante algum tempo vaguear mais ou menos longe da minha região.

Gosto de fotografar casas. Esta estabelece o contraste com as que tenho fixado em terras alentejanas.  Granito aparelhado, janelas de guilhotina e alpendre de madeira. E vasos com plantas quase fazendo de rodapé. Uma típica caisa beirã, primorosamente recuperada.

 

Casa no centro histórico de Gouveia.

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publicado às 08:26

Vista da Beira para o Alentejo

por Júlia, em 12.06.09

 

Numa manhã de Maio o vale do rio Tejo estava coberto por denso nevoeiro, marcando bem a separação entre as terras beirãs e as alentejanas.

 

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publicado às 08:45

Saudade

por Júlia, em 11.06.09

 

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publicado às 08:08

Ouguela

por Júlia, em 09.06.09
Ouguela é daquelas terras onde não se passa, vai-se. Localiza-se a Nordeste da sede do concelho, Campo Maior, muito próxima da fronteira com Espanha.
 

 Ouguela vista de Sudeste, pela estrada que lhe dá acesso
 
Ao aproximarmo-nos da que já foi vila sede de concelho, a primeira visão que temos é de uma elevação coroada por muralhas de um castelo medieval. Subindo a encosta, em breve se vêem as casas do arrabalde, organizadas em três ruas íngremes com vista para a planura que se estende no sopé do monte, fruto do trabalho de deposição dos dois cursos de água que aqui confluem: a Ribeira de Abrilongo e o Rio Xévora.
 
Uma das ruas do arrabalde, vendo-se ao fundo, a planície aluvial do Abrilongo-Xévora e elevações já em território espanhol. 
 
Estranha-se quando se entra na povoação: o silêncio é apenas cortado pelo canto das aves que se abrigam nas árvores. Dos cerca de 60 moradores, são raros os que se assomam às portas ou janelas, curiosos para ver os visitantes que se aventuram por estas paragens.
 
Ouguela vista da parte Norte. A muralha é interrompida pela brancura da igreja. Na encosta, à direita, o arrabalde e um pequeno bairro de casas relativamente novas. Também se vê a antiga escola, actualmente desactivada e convertida em centro de dia.
  
A igreja resplandece de brancura, pintada recentemente por voluntários devotos de Nossa Senhora da Enxara.
Restam ainda muralhas bem conservadas da antiga fortaleza, defesa de uma fronteira que entretanto perdeu importância estratégica.
Subindo às muralhas e percorrendo o caminho da ronda, desfruta-se de uma paisagem impressionante. Para Sul, uma superfície ondulada ocupada com campos de cultura, dos quais se destaca a geometria dos olivais. Para Norte, as planuras com mosaicos de culturas arvenses e de montado só interrompidas pelas elevações em território espanhol. Na encosta íngreme de uma destas elevações, vigiava a fronteira e Ouguela, qual sentinela, a antiga praça forte de Alburquerque.
No interior, a vila velha, com casas modestas muito ao estilo popular alentejano, mas também algumas que sugerem a condição mais abastada dos seus proprietários.
 
Um recanto da vila velha
 
Ocupando um espaço importante, a seguir à porta gótica da fortaleza, as ruínas de uma casa a que chamam do governador, com janelas onde ainda resiste alguma decoração em relevo. No vasto recinto, as aberturas da cisterna e o forno comunitário. O forno ainda é utilizado na Páscoa para os tradicionais assados de borrego.
 
O forno comunitário
 
Não posso dizer que é a aldeia da minha vida. É uma aldeia que gosto de visitar mas que está a ser progressivamente abandonada por vontade dos homens. Se nada for feito para contrariar o seu destino, com o passar do tempo será um aglomerado de ruínas que irá caindo no esquecimento e nem mesmo as histórias das vidas de quem lá viveu e das peripécias e dramas dos tempos do contrabando, permanecerão na memória das gentes. Porque há quem não aprecie a preservação das marcas e das histórias do passado, como legado fundamental da identidade cultural de uma comunidade.
 
********
Este texto foi preparado como contributo para o blogue "Aldeia da Minha Vida".
Convido todos a visitarem o blogue colectivo em:
 
http://www.aldeiadaminhavida.blogspot.com/
 

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publicado às 00:01

Rio Xévora

por Júlia, em 08.06.09

Vegetação ribeirinha e reflexo nas águas tranquilas do rio.

 

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publicado às 08:44



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