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Gavião. Igrejas

por Júlia, em 09.09.08

Na visita que fiz ao Gavião, a qual não foi tão demorada e minuciosa como desejava, pude ver apenas o exterior destes templos, já que ambos se encontravam fechados.

 

 A Igreja Matriz que, segundo uma placa que se encontra no local, data de 1646.

 

A Capela do Espírito Santo, datada do século XVI, pertence à Santa Casa da Misericórdia. A cruz que remata o telhado quase não se vê, abafada pelas antenas de telecomunicações.

 

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publicado às 12:09

Gavião. Jardim e palácio

por Júlia, em 08.09.08

O Jardim do Coreto, localizando-se, à direita, o edifício da Câmara Municipal que se encontrava em obras no dia em passei pela vila. Ao fundo vê-se o palácio da família Lino Neto.

 

 O corpo central do palácio que, segundo informação que recolhi no local, foi adquirido pela Câmara Municipal do Gavião.

Tenho uma correcção a fazer a esta informação: através de um comentário,  fui  esclarecida de que o palácio ainda é propriedade da família Lino Neto.

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publicado às 08:51

Gavião. Casa

por Júlia, em 07.09.08

Gostei desta casa do Gavião. Pelas cores muito característica do Norte Alentejano, pelas sacadas de ferro fundido ornamentadas com vasos de plantas. E, junto de uma das portas, surgem, da calçada, dois pés de plantas para alegrar e dar uma nota colorida à rua.

Como nota negativa um facto que já se torna habitual nas terras que tenho visitado, com raras excepções: o emaranhado de fios e cabos, de vários serviços, que serpenteia pelas frontarias..

 

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publicado às 11:00

Gavião. Marco geodésico

por Júlia, em 06.09.08

A Casa da Torre é referida no portal da Câmara Municpal do Gavião, como um dos monumentos da freguesia. Situa-se numa das ruas que dá acesso ao largo onde se encontra o pelourinho.

A casa não se encontra em bom estado de conservação mas pode ainda admirar-se um belo friso de azulejos art nouveau, na parte superior da fachada. Mas o elemento que mais sobressai é a "torre", de onde surge a parte de cima de um marco geodésico.

 

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publicado às 12:13

Gavião. Pelourinho?

por Júlia, em 05.09.08

O Gavião é um pequeno concelho, com uma população estimada de 4624 habitantes, em 2002, cujo território é cortado pelo Rio Tejo. A maior parte do concelho situa-se a sul deste rio, ficando a norte apenas a freguesia de Belver.

Num dos largos da vila encontra-se um elemento que é conhecido por "pelourinho", embora tenha mais a estrutura de um padrão, e que evoca a data da concessão do foral por D. Manuel I, em 1519. Foi construído no século XX, durante o Estado Novo. Feito em granito e ferro, no cubo sobre a coluna pode ver-se a cruz de Malta, evocação do período em o território pertenceu aos domínios dos Hospitalários. É encimado por uma esfera armilar em ferro, rematado por uma cruz de Cristo.

 

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publicado às 15:18

Os dois rios

por Júlia, em 03.09.08

Quando escolhi o nome para este blogue tive como referência a antiga designação do Alentejo e os dois rios que definem, grosso modo, a grande região do Sul de Portugal. O Rio Tejo que lhe serve de limite Norte e o Guadiana - ainda no século XVI chamado de Odiana - que estabelece a linha de fronteira com Espanha em dois troços da raia a Sul de Badajoz, intercalados pelo seu curso unicamente em território português, desde o concelho de Mourão até ao de Mértola.

O Rio Tejo é o mais longo da Península Ibérica, com cerca de 1000 km de extensão, desde que nasce na Sierra de Albarracín, até que desagua nas águas do Atlântico. Quando entra em território português, tem alguns troços em que o rio se encaixa em vertentes mais apertadas e declivosas. Só mais para jusante irá encontrar a vasta planície sedimentar do Ribatejo, correndo então mansas as sua águas na vasta caleira aluvial que termina em delta interior. Por fim, o vale vai ainda apertar-se entre as colinas de Lisboa e da margem sul, e o Tejo cumpre o seu destino de chegar ao mar.

 

O Rio Tejo, em Belver.

 

O Guadiana é o grande rio do Sul. Nasce no planalto da Mancha, em Espanha, desaparece numa região de calcários e volta a aparecer nos Ojos del Guadiana. É um típico rio de planície com um caudal muito irregular, como é próprio dos rios da parte meridional da Península Ibérica. Corre aproximadamente no sentido Leste-Oeste até chegar a Badajoz. A partir daqui vai mudando de direcção e inflectindo para Sul.

A barragem do Alqueva veio alterar o ritmo anual do rio. Lugares onde, no Verão, se reduzia a um fio de água, vêem-se as suas margens inundadas pelas águas.

 

O Rio Guadiana, em Badajoz.

Vista a partir da ponte mais antiga, a que liga directamente às Puertas de Palma, agora destinada unicamente à circulação de peões. Numa manhã de Agosto, de um dia claro, foi muito agradável passear entre as duas margens e ver as águas calmas do rio, muito mais cheio desde a construção do Alqueva. Ao fundo vêem-se duas das pontes que unem as suas margens.

 

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publicado às 08:47

Casa em Gáfete

por Júlia, em 02.09.08

Nalgumas povoações alentejanas, além da arquitectura popular, podemos deparar com palácios e palacetes, casas traçadas, provavelmente, por profissionais. É o caso da casa do embaixador João Pequito, em Gáfete, sede de uma das freguesias do concelho do Crato .

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publicado às 08:41

O barão de Gáfete

por Júlia, em 01.09.08

Monumento de homenagem a um homem ilustre da vila: o Barão de Gáfete, José Lúcio Gouveia (1854-1920). A coluna onde assenta o busto, toda em mármore, está primorosamente esculpida.

 

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publicado às 08:37

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