Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Reflexo na albufeira de Abrilongo

por Júlia, em 19.04.08

Numa tarde de Março de 2008

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:57

Flores do castanheiro-da-Índia

por Júlia, em 18.04.08

Aesculus x carnea Hayne.

É um híbrido entre o Aesculus hippocastanum e o Aesculum pavia L. que se encontra agora em plena floração.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 09:00

A Casa

por Júlia, em 17.04.08

Paredes brancas pátios interiores

as mesas largas as cadeiras quase toscas

despojamento de convento e de deserto

a planície prolonga-se na casa

com seu rigor e sua estética

do necessário

do liso

do elementar.

 

Aristocracia do pobre

com sua manta e com seu cobre.

 

Há um cheiro a pão recém-cortado.

 

A casa alentejana está escrita na planície

como o poema no branco descampado.

 

Manuel Alegre (Alentejo e Ninguém. Ed. Caminho) 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:51

Rosa branca

por Júlia, em 16.04.08

A primeira flor da minha roseira

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:57

Flores da salva

por Júlia, em 16.04.08

Este ano, pela primeira vez, a salva (Salvia officinalis) que tenho num vaso, encheu-se de flores. Além de muito boa para perfumar alguns cozinhados, esta planta é muito bonita e decorativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:19

Igrejinha. Pormenores

por Júlia, em 15.04.08

 

Pormenores da Igreja de Nossa Senhora da Consolação. Até uma ave quis ficar na foto. 

 

 Porta lateral da Igreja de Nossa Senhora da Consolação

 

Azulejo da parede lateral exterior da igreja. A tradicional caveira que aparece por cima dos duas tíbias cruzadas é extremamente curiosa. Fica-se na dúvida se o artista desenhou, de facto, uma caveira, ou se optou por uma cara com uns expressivos e esbugalhados olhos.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:14

Igrejinha

por Júlia, em 13.04.08

Igrejinha é sede de uma das freguesias do concelho de Arraiolos. Um passeio pela povoação mostra-nos uma terra tipicamente alentejana, com as suas casas térreas pintadas de branco e sublinhadas a amarelo ou azul nos rodapés e no enquadramento das janelas e portas.

 

 Neste largo encontra-se a Igreja de Nossa Senhora da Consolação, cuja construção remonta ao século XVI e apresenta as características da arquitectura popular alentejanas desta época. Em frente à igreja localiza-se um cruzeiro em mármore, datado do sécl XVII.

As casas que fecham o largo constituem um conjunto muito harmonioso e característico da região.

 

 Existem muitas casas com o aspecto de terem sido recuperadas recentemente. É o caso desta, impecavelmente pintada, com o azul a contrastar com o branco.

 

 

Este é um exemplo das pequenas casas tradicionais, com a porta a constituir a única abertura. Parece que a pequenez da casa era compensada com a grande dimensão de algumas chaminés.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:11

Malvas

por Júlia, em 12.04.08

Nesta altura do ano, as malvas exibem as suas belas flores matizadas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 10:52

Represa

por Júlia, em 11.04.08

Nas minhas travessias do Alentejo, vou reparando em placas que nos chamam a atenção e que suscitam o desejo de visitar alguns lugares. Numa destas viagens, na estrada entre Arraiolos e Montemor-o-Novo, não resistimos ao apelo das placas que indicavam as seguintes localizações: Menires da Pedra Longa e Represa. Decidimos que, desta vez é que iríamos ver os menires. Usando uma expressão que acho muito curiosa, utilizada num guia da Região de Turismo de S. Mamede para caracterizar algumas estradas da região, tomamos a "estreita fita de alcatrão" que nos devia conduzir aos referidos menires.

De cada lado da estrada, as cercas limitam as propriedades e passámos pela entrada de uma herdade chamada da Pedra Longa, mas que tinha o portão fechado. Continuámos o caminho na esperança de ver finalmente uma indicação para os menires. No fim da estrada apareceu-nos um sinal de sentido proibido e a indicação de que, a partir dali, nos encontrávamos em propriedade privada. Tínhamos chegado a Represa, uma pequena aldeia. Para não infringir a indicação, fui a pé ter com uma senhora que estendia roupa junto de uma das casas. Disse-me então que o menir da Pedra Longa só podia ser visitado quando o portão da herdade estava aberto. Parece-me inacreditável que, na placa que existe na estrada principal, não haja uma indicação avisando que o monumento megalítico se encontra em propriedade privada, estando, por isso, condicionado o acesso ao mesmo.

Para não perder completamente os passos dados, pedi para dar uma volta pelo lugar. No início, e isolado do resto do aglomerado, destaca-se logo o edifício da antiga escola primária.

 

 

 A cancela de entrada na escola ainda se encontra no lugar, mas a vedação já não existe. Atrás do edifício podem ver-se as casas da antiga aldeia. Um elemento me chamou desde logo a atenção: no espelho das aldrabas da porta destaca-se a cruz de Santiago de Espada.

 

 No pequeno aglomerado surge o perfil imponente da Igreja de Nossa Senhora da Purificação de Represa que, segundo informação que recolhi, a sua construção data dos séculos XVI-XVIII . A  porta principal é antecedida de um nartex abobadado.

 

 Na fachada das traseiras da igreja encontra-se este curioso elemento em relevo. Tal como na escola primária, aparece desenhada a cruz de Santiago de Espada.

 

 De dentro do nartex , vista para um campo cultivado de tremoço que se encontrava cheio de flores e, um pouco mais além, o montado.

 

 

Em frente da igreja, um cruzeiro e os campos a perder de vista.

 

Nota: mais fotos da igreja e informação sobre a mesma no blogue Pedra da Manteiga.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:42

A estação de Cabeço de Vide

por Júlia, em 09.04.08

Num Guia de Portugal que, em tempos, foi publicado e distribuído pelo semanário Expresso, escrevia-se o seguinte sobre a estação de Cabeço de Vide: "Esta espelha a atitude da CP perante as linhas desactivadas. É uma pequena jóia a caminho da degradação, com janelas e pináculos em cantaria de granito; nas paredes, painéis de azulejo com motivos bucólicos, assinados «Battistini 1933»".

Existe neste Guia uma fotografia que mostra a linha de caminho de ferro coberta de vegetação e vêem-se os painéis de azulejo da gare, que hoje já não existem, e um na fachada lateral, do qual resta muito pouco. O desastre não foi total porque, entretanto, o edifício da estação foi ocupado por um hotel e nos antigos armazéns está agora instalado  um restaurante.

Os painéis que pude observar encontram-se na fachada oposta à da gare, voltada para o largo de acesso à antiga estação. Não é muito fácil fotografá-los devido aos vasos de plantas que os proprietários do hotel lá colocaram. Além dos já mostrados aqui e aqui, conseguimos registar estes que são uma boa amostra de cenas de um tempo e de uma sociedade que nos parecem já muito distantes.

 

 

 

 

 

 

Junto ao friso superior e na extremidade das fachadas, o elemento decorativo que se segue e que se pode ver muito sumido  na foto antiga do Guia do Expresso. Aparece agora bem destacado pelo facto de ter sido pintado de cores vivas.

 

 

                

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:18



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2006
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D