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Campo Maior. Portas antigas

por Júlia, em 31.03.08

Porta com duas meias portas, semelhante à que fotografei em Elvas. No entanto, está melhor conservada e o modo como está pintada permite bem distinguir a parte superior da inferior. De notar a delicadeza do pano bordado que serve de cortina.

 

             

       

Porta assimétrica, com um painel fixo e outro onde se encaixa a porta propriamente dita e um postigo na parte superior, protegido por uma elaborada grade de ferro forjado.

 

          

 

Pormenor da grade de protecção do postigo da porta. Repare-se no pormenor da roseta e do espigão.

 

        

 

Outra porta com dois postigos protegidos por grades de ferro forjado com roseta no meio.

 

 

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publicado às 11:32

Elvas. Porta e postigo

por Júlia, em 30.03.08

As casas antigas tinham poucas aberturas. Por vezes, não existiam janelas e a porta tinha de acumular as funções de iluminação e de arejamento.

Estas portas duplas eram frequentes nas terras do Alentejo. Muitas já foram substituídas, mas ainda podem observar-se algumas. A parte de baixo pode ficar fechada, mantendo alguma segurança e privacidade, enquando a parte superior é aberta para arejamento. Esta última é de vidro, permitindo assim a entrada de luz para o interior da casa. As cortinas protegem os moradores dos olhares mais indiscretos. 

 

Os postigos são outra forma de possibilitar a iluminação e o arejamento das casas. As portas mais antigas têm-nos, frequentemente, protegidos por ferros com formas mais ou menos artísticas. 

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publicado às 08:46

Fonte de Santa Eulália

por Júlia, em 28.03.08

Fonte e placas de orientação junto à estrada que percorre parte da aldeia. Estas fontes encontram-se estratégicamente localizadas para desempenharem a função de abastecer de água a população e de servir de bebedouro para o gado.

 

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publicado às 09:30

Santa Eulália. Velharias

por Júlia, em 26.03.08

Em Santa Eulália, concelho de Elvas, encontram-se algumas lojas especializadas. Na loja de um correeiro podem admirar-se belas selas, arreios para cavalos e outros objectos de couro. Existe também uma casa que faz os tradicionais capotes e samarras, ainda hoje usados no Alentejo e não só. Foi lá que comprei o capote que foi usado durante bastante tempo pelo meu filho e, passados quase trinta anos, outro que tem agasalhado o meu neto.

Visitei Santa Eulália num domingo, o que significa que as lojas estavam fechadas. Mas o amplo pátio da loja de velharias tinha o portão aberto, pelo que não resisti a espreitar o que lá se podia ver. 

 

Numa das paredes estavam expostos estes alcatruzes de nora que, em tempos, serviram para elevar a água de um qualquer poço. Agora, a sua função será meramente decorativa.

 

Um carrinho de mão em ferro, usado para transportar os cântaros que, no caso, são de barro e de folha de flandres. Ainda me lembro das mulheres irem à fonte transportando à cabeça os pesados cântaros de barro cheios de água. O uso destes carros aliviava em muito essa penosa tarefa.

 

Outro carro de mão que serve de floreira a uma piteira.

 

Perfilados ao longo da parede, os potes de barro. Objectos fundamentais para armazenar produtos de vária ordem. Na casa dos meus pais eram usados para a conserva da azeitona. Para essa função tinham de ter um tramento especial, revestidos no interior com pez.  Também me lembro de serem usados para derregar a cal que era utilizada na pintura das paredes.

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publicado às 09:30

Cabeço de Vide. Paisagens

por Júlia, em 24.03.08

Paisagem alentejana vista de Cabeço de Vide. Janeiro de 2008.

 

Pode avaliar-se o crescimento de Cabeço de Vide por esta imagem que mostra parte dos novos bairros da povoação.

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publicado às 09:51

Cabeço de Vide. Rua e casas

por Júlia, em 22.03.08

Cabeço de Vide é uma povoação que vale a pena visitar e apreciar com todo o vagar. A antiga vila desenvolveu-se a partir do cimo do monte, onde ainda existem restos do castelo medieval e os símbolos de governo do extinto concelho - casa da câmara e pelourinho. Ao longo da encosta vão-se estendo as ruas com casas ora de aspecto modesto, ora indiciando a riqueza dos seus proprietários. O conjunto é muito bonito e as casas estão bem cuidadas. É evidente que, como em todo o lado, algumas casas se apresentam em estado de degradação. Mas, como são em minoria, não afectam a impressão geral que se tem da vila. 

 

Uma das ruas do centro histórico

 

Casa com decoração em relevo pintada a amarelo.

 

Casa com sacadas protegidas por grades do século XVIII.

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publicado às 09:50

Sempre haverá esperança para a floresta e para as árvores quando temos o privilégio de admirar uma árvore como esta azinheira (Quercus ilex L.). É um hino à Natureza, em todo o seu esplendor! Devemos também agradecer ao proprietário desta terra por permitir que a Azinheira tenha chegado a atingir esta dimensão.

 

Azinheira fotografada no dia 18 de Março de 2007 num campo de montado esparso, junto à estrada Barbacena-Stª Eulália (Elvas). Devido às cercas, só foi possível fotografá-la a uma distância que estimo em mais ou menos 50 metros.

 

 

E como também é o Dia da Poesia, este poema que peço emprestado a Manuel Alegre:

 

Gramática de Coentro e Cal

Gramática de coentro e cal

geometria do branco e do verão

solidão como sinal

quase cigarra quase pão

em seu falar como um cantar de amigo.

 

Aqui acaba o último e o primeiro

e o um procura o outro seu igual

para dizer um nome entre azinheira e trigo.

 

Este é o chão mais puro e verdadeiro.

 

E as sombras sentam-se comigo

à sombra de um sobreiro.

 

(Alentejo e Ninguém. Ed. Caminho)

 

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publicado às 08:00

Cabeço e Vide. Capelas e Igrejas

por Júlia, em 20.03.08

Capela de Nossa Senhora dos Anjos, reconstruída no século XVIII. Era local de romaria na 2ª feira a seguir à Páscoa.

 

No Largo de Nª. Srª do Carmo esta capela encontrava-se em obras de recuperação, aparentemente para uma função diferente do culto.

 

Igreja de Nª Srª do Carmo, matriz de Cabeço de Vide, com elementos construídos no século XVI. Tem uma inscrição que indica que está à altitude de 336m.

 

Igreja da Misericórdia e Santa Casa da Misericórdia de Cabeço de Vide.

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publicado às 09:49

Cabeço de Vide, Torre do Relógio

por Júlia, em 18.03.08

 

A Torre do Relógio, anexa ao edifício da antiga câmara municipal.

 

 

Porta de entrada para a Torre.

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publicado às 09:25

Pelourinhos (6)

por Júlia, em 17.03.08

Deixando a parte baixa da povoação e subindo as íngremes ruas, chega-se ao largo largo onde se situa a antiga casa da câmara e o pelourinho.

 

 

O pelourinho de Cabeço de Vide, construído no século XVI. Feito em granito, este monumento testemunha a antiga condição de Cabeço de Vide como sede de concelho. Ao fundo pode ver-se a antiga casa da câmara e a torre comunal, também construídas no século XVI.

 

O pelourinho, a casa da câmara e a torre comunal representados num dos painéis de azulejos da antiga estação de caminho de ferro.

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publicado às 09:17

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