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Degolados

por Júlia, em 11.11.07

A aldeia de Degolados é a sede da Freguesia de Nossa Senhora da Graça dos Degolados, pertencente ao concelho de Campo Maior. Supõe-se que este estranho nome se deva ao facto dos seus moradores terem sido degolados pelo exército espanhol durante as guerras da Restauração.

A parte mais antiga da aldeia desenvolveu-se ao longo da margem direita do Ribeiro das Enfermarias. O seu crescimento deu-se de sudoeste para nordeste.

 

Entrando em Degolados, vindo de Campo Maior, a estrada nacional nº 371 corta a aldeia em duas partes: à esquerda, encontra-se a parte mais antiga e à direita a mais recente, ainda em fase de expansão. Na foto, à direita, pode ver-se o início do jardim.

 

O jardim e o Centro Comunitário Polivalente, contruído recentemente pela autarquia.

 

A Igreja Matriz, construída no século XV e restaurada no século XVIII. Como a maior parte das igrejas, encontrava-se fechada, na altura em que visitámos a aldeia.

 

O portal da Igreja, com cantarias de granito.

 

Rua com casas tradicionais, no extremo sudoeste da aldeia.

 

Rua com casas tradicionais, mais recentes, na parte nordeste da aldeia.

Nos últimos anos a aldeia cresceu bastante, beneficiando da proximidade da vila de Campo Maior e da mais importante unidade industrial do concelho, a Delta-Cafés. No extremo desta parte de Degolados podem ver-se vivendas modernas, algumas de dimensão apreciável.

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publicado às 18:15

Razia

por Júlia, em 09.11.07

No dia 4 de Novembro resolvemos continuar a visitar as aldeias e vilas da região. Seguimos a estrada em direcção a Sousel, mas desviamo-nos para visitar Stº Amaro, aldeia que pertence  a este concelho.

A aldeia tem poucos motivos de interesse. As casas estão muito modificadas, no pior sentido; muitas ostentam nas frontarias coberturas de azulejos e outras decorações de gosto mais ou menos duvidoso.

Parámos num largo para ver a igreja da vila, um dos poucos edifícios com algum interesse, e deparámos com um espectáculo pouco edificante: todos os plátanos existentes no largo e nas ruas adjacentes estavam cortados como se pode observar na foto.

 

Como é evidente pela imagem, trata-se de plátanos relativamente jovens. Estes não puderam brindar-nos com o espectáculo da cor outonal das suas folhas.

 

Plátano do pátio de uma escola do 1º ciclo do ensino básico. Os cortes mostram que o "trabalho" da poda foi feito há pouco tempo.

Deixámos Stº Amaro e rumámos a Sousel. Aqui não vimos um único plátano, quer no jardim, quer em praças e ruas dos arredores, que não tivesse sido cortado tal como os que tinhamos visto antes.

Fico com uma dúvida: terá a autarquia de Sousel querido, com esta poda dos plátanos, poupar trabalho aos funcionários da limpeza? A queda das folhas exige mais esforço,  durante mais tempo, do que cortá-las todas de uma só vez.

Mas a consequência disto pode ser a morte das árvores, como já pude verificar noutro local.

 

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publicado às 09:28

Esperança

por Júlia, em 07.11.07

Saímos de Mosteiros em direcção a Esperança.

Esperança é uma aldeia sede de freguesia com o mesmo nome que pertence ao concelho de Arronches. Nela se destaca a Igreja de Nossa Senhora da Esperança, cuja construção data do século XVII.

As casas mais antigas apresentam as características da arquitecuta popular alentejana. Nalgumas de construção mais recente há uma nota original: possuem placas evocativas da data de construção e o nome dos proprietários.

Neste domingo havia grande movimento na aldeia. Realizava-se um mercado que atraía gente de fora, vendo-se, inclusivamente, muitos automóveis com matrícula espanhola.

 

A Igreja de Nossa Senhora da Esperança num largo onde se observam casas baixas, de arquitectura tradicional. A torre domina a aldeia e destaca-se, na frontaria, encimando o portal e a janela, um delicado e gracioso relevo decorativo, pintado a amarelo.

 

 Casas tradicionais situadas no largo da Igreja. Destacam-se pelas grandes chaminés e pela ausência de janelas. As paredes cegas só são interrompidas pela abertura das portas.

 

 Casas tradicionais recuperadas recentemente, localizadas ao longo da estrada que ladeia a igreja. Nas fachadas já existem janelas e há um forte sublinhado no contorno colorido que rodeia as aberturas e os limites das casas.

 

As portas e janelas de algumas casas são rodeadas na parte superior com relevos pintados, como é o caso desta porta.

 

Uma porta metálica, moderna, com elementos decorativos sublinhando  a parte superior da abertura.

 

Na estrada que conduz a Hortas de Baixo, junto às últimas casas do aglomerado, há um terreno onde se encontram estes belos exemplares de sobreiros (Quercus suber L.) . Foram descortiçados este ano.  Como a aldeia está integrada no Parque Natural da Serra de S. Mamede, suponho que serão árvores referenciadas e protegidas.

 

Fotos: 28 de Outubro de 2007

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publicado às 13:55

Mosteiros

por Júlia, em 05.11.07

Depois da Nave Fria, chegámos a uma pequena aldeia chamada Mosteiros, sede da freguesia com o mesmo nome e que pertence ao concelho de Arronches. Fica situada junto à Ribeira de Arronches.

 

Antes de se entrar na povoação, existe um açude na Ribeira de Arronches e as margens foram arranjadas para criar uma área de lazer para a população.

 

A escola do 1º ciclo do ensino básico, onde foram concretizadas experiências pedagógicas importantes pela Escola Superior de Educação de Portalegre. O edifício do plano dos centenários está irrepreensivelmente cuidado e foi ampliado recentemente.

Não reparei no catavento da escola que, felizmente, já foi fotografado. É semelhante ao de muitas outras escolas alentejanas, mas tem a particularidade de ter sido pintado com várias cores.

 

Fotos: 28 de Outubro de 2007

 

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publicado às 14:04

Nave Fria

por Júlia, em 04.11.07

Saímos com a intenção de visitar as aldeias do extremo Sul do Parque Natural da Serra de S. Mamede. Quando chegámos a Arronches, virámos para a estrada que conduz a Esperança. A primeira povoação assinalada no mapa é Martim Tavares. Verificámos que se trata afinal de um aglomerado de edifícios, sede de uma exploração agrícola, a qual se encontra rodeada por uma cerca e com portão de entrada fechado.

A seguir, deixámos a estrada que nos conduzia directamente a Esperança e virámos para uma estrada que liga à povoação de Nave Fria. Percorremos uma área relativamente plana, onde predomina o montado. Vêem-se alguns povoamentos novos de sobreiros.

A seguir à placa que indica a entrada de Nave Fria, deparamos com uma área de povoamento disperso.

 

Uma das casas de Nave Fria

 

Paisagem vista da estrada. Pequenas oliveiras e a serra coberta de montado

 

Num muro da casa, uma figueira-da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) Mill) com figos.

 

Fotos:28 de Outubro de 2007

 

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publicado às 09:05

Flores de Outono

por Júlia, em 02.11.07

Junto às estradas aparecem com muita frequência as Yucca gloriosa L. Esta planta tem origem na América do Norte, com uma distribuição geográfica que vai da Carolina do Norte até à Florida.  

Nesta altura do ano apresentam grandes cachos de flores brancas, desenvolvidos em hastes longas.

 

Yucca gloriosa L

Flores da iúca

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publicado às 08:12

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