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Coretos 9

por Júlia, em 30.11.07

Coreto de Fronteira

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publicado às 15:10

Construção circular de Barbacena

por Júlia, em 28.11.07

Na visita que fizémos a Barbacena, descobrimos esta construção circular, no interior de uma propriedade murada.

Foi difícil fazer esta fotografia porque a distância a que estava a construção era relativamente grande e havia que resolver o problema do muro e, sendo de manhã, da incidência dos raios solares.

É muito parecida com as choças que foram fotagrafafas por Orlando Ribeiro, perto de Nisa, e Raquel Soeiro de Brito em Cabeçudos, Marvão (Orlando Ribeiro, Geografia e Civilização. Temas Portugueses. Livros Horizonte). Os materiais de construção destas são: na primeira a terra; na segunda a pedra, com cobertura de giesta.

 

 

A de Barbacena apresenta gigantes exteriores, elementos fundamentais nas construções de adobe e que servem para contrariar a tendência para as paredes abaularem por efeito do peso da cobertura. Neste caso, a cobertura é, actualmente, de telha.

 

 

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publicado às 11:06

Casas de Arronches

por Júlia, em 26.11.07

Há lugares onde retornamos e que nos surpreendem com novas descobertas. Há pormenores que nos escaparam da anterior visita e que agora constituem uma novidade. São novas perspectivas que nos surgem de acordo com o vagar com que percorremos as ruas e praças.

Arronches é uma vila que tenho vistado com alguma frequência. Neste dia, a visita foi mais demorada e pude observar com mais cuidado alguns aspectos da vila.

Estou certa de que, quando lá voltar, irei descobrir mais centros de interesse.

 

 

Espreitando a rua através do arco

 

Torre medieval e Casa da Cadeia

 

Casa  de Arronches

 

Edifício do cineteatro, em avançado estado  de degradação.

Nota: a informação que aqui deixei sobre este edífício está errada: segundo esclarecimento de um comentador anónimo, trata-se da Igreja do Espírito Santo e foi restaurada depois que visitei Arronches.

 

Telhado e para lá dele.

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publicado às 12:03

Casa dos azulejos

por Júlia, em 24.11.07

Não, não fiz uma viagem à Beira Litoral, onde há uns tempos pude observar casas arquitectónicamente parecidas com esta. Continuo no Alentejo.

Esta casa constitui, de facto, uma nota dissonante numa das ruas mais bonitas de uma bela vila alentejana: Fronteira. Nesta rua, a casa dos azulejos contrasta vivamente com as outras casas brancas, com cantarias de mármore nas ombreiras das portas e janelas e as sacadas com grades de ferro forjado de belos e diversificados desenhos, constituindo um dos conjuntos mais harmoniosos e ricos que pude observar.

 

 

Esta casa fez-me lembrar a polémica sobre a introdução de estilos arquitectónicos diferentes dos tradicionais em cada região. Esta questão não é nova. As casas dos "brasileiros torna viagem", emigrantes portugueses enriquecidos no Brasil, foram objecto de troça e consideradas de mau-gosto; com o passar do tempo, são agora apreciadas e adquiriram o estatuto de património a preservar. Também foi grande o alarido à volta das casas genericamente designadas "estilo maison" que os nossos compatriotas emigrantes em França e noutros países europeus construíram com o fruto do seu trabalho e das economias que conseguiram amealhar. Neste caso, sempre entendi que a intenção não era ostentar nem chocar, mas reproduzir os níveis de conforto que tinham encontrado nos países de acolhimento, em nítido contraste com as características das casas tradicionais das suas regiões de origem.

Esta casa de Fronteira deve ter uma história e não me choca que seja tão diferente das outras de traça claramente alentejana.  

 

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publicado às 15:53

Igreja de Santo Aleixo

por Júlia, em 22.11.07

Nas minhas deambulações pelas aldeias do Norte Alentejano, tenho verificado que há alguns aspectos que as distinguem, nomeadamente, os pormenores das casas, as chaminés e as igrejas ou capelas.

Das igrejas que tive oportunidade de ver, a de Santo Aleixo, sede de freguesia do concelho de Monforte, é a de que mais gostei. A sua construção data do século XVIII.

Iluminada pelo sol, num destes dias do verão de S. Martinho, o branco da fachada resplandecia, sublinhado pelo azul claro dos recortes, da escadaria e enquandrando a torre sineira. Pelo aspecto, depreende-se que a população da aldeia cuida da sua igreja com todo o desvelo.

 

É tão bonita que parece feita de açúcar.

(ver em tamanho grande)

 

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publicado às 17:21

Charrua

por Júlia, em 20.11.07

 

Monumento em Vila Fernando. Na placa pode ler-se:

 

O ALENTEJANO

SEM MEDO DA IMENSIDADE

ABRIU A TERRA

EM RISCOS DE FOGO E DESESPERANÇA

COM A PONTA DA CHARRUA.

 

                                     M. Torga

                                       8.12.93

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publicado às 19:11

Fontes de Arronches

por Júlia, em 18.11.07

Fontes localizadas no casco urbano da vila de Arronches, todas construídas em mármore. Fora da vila, destaca-se a Fonte do Vassalo.

 

Fonte de Elvas, datada de 1725

 

       

Fonte de Norton  e Fonte de Neptuno

 

 

Carranca da fonte de Norton

 

Carranca da fonte de Neptuno

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publicado às 09:02

Assumar (2)

por Júlia, em 16.11.07

Numa larga avenida do Assumar, ladeada de prédios que evidenciam a prosperidade dos seus proprietários, fiquei surpreendida com a decoração das janelas de casas com dois pisos.

 

     

 A primeira janela tem um pormenor muito interessante: por baixo do parapeito,  no meio da flor estilizada foi pintada uma cara. Pode ver-se em pormenor aqui. Ver também. A segunda é uma bela janela de guilhotina com uma decoração primorosa.

 

     

 

Mais um bela janela com decoração pintada a azul e com uma delicada grade de protecção. Esta maneira de ornamentar as frontarias das casas parece ser uma tradição no Assumar. Mesmo num prédio quase em ruína se pode comprovar que não é uma moda recente.

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publicado às 08:36

Assumar (1)

por Júlia, em 14.11.07

O Assumar é uma terra de que ouço falar há muito tempo. Mas associava-a ao  caminho de ferro. Na instrução primária, depois da divertida sequência Chança-Mata-Crato da linha de Leste, lá vinham as estações de Portalegre e do Assumar. Mais tarde, em viagens para e de Elvas, passava pela estação; há algum tempo atravessei a povoação de automóvel, mas sem parar. Finalmente, visitei-a. E gostei muito.

Não é uma terra muito grande. Depois de ser sede de concelho, é agora sede de uma freguesia do concelho de Monforte. Segundo o censo de 2001, tinha 687 habitantes na freguesia. Curiosamente, seria de 636 habitantes a população da vila no início do segundo quartel do século XVI.

 

            

 O monumento mais importante é a Igreja Matriz, com a sua porta principal em ogiva talhada em cantaria de granito. Ao lado esquerdo da igreja e encravada em parte nesta, situa-se a capela da Misericórdia que data do século XVII.

  

  Nas ruas mais antigas, as marcas do período medieval estão patentes nas casas com portas ogivais. Pude observar algumas. Uma habitante, ao ver-me fotografar as portas foi dizendo que a autarquia não deixava mudar estas portas por outras de forma quadrangular. Decisão que me parece dever ser enaltecida.

 

 Casa tradicional, com uma curiosa chaminé que está à venda, como se pode ver no anúncio escrito na frontaria.

 

 Casas de Assumar de dois pisos. Nota-se que é uma terra muito cuidada e limpa.

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publicado às 08:00

Romãs

por Júlia, em 13.11.07

 A romãzeira (Punica granatum L.) é um arbusto ou pequena árvore originária do Sudoeste da Ásia. Cultivada desde a antiguidade no Sul da Europa devido aos seus frutos comestíveis, é também utilizada como arbusto ou árvore ornamental.

 

 

Romãzeira no jardim de Évora (28 de Junho de 2007)

  

 Frutos de uma romãzeira que espreitava por cima do muro de um quintal em Monforte (28 de Outubro de 2007)

 

 

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publicado às 12:19

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