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Azeitonas

por Júlia, em 12.09.07
Uma das actividades tradicionais nos concelhos de Campo Maior e Elvas é a cultura da oliveira.  As variedades azeiteira, carrasquenha, redondil e conserva de Elvas, predominantes nestes concelhos, têm características próprias. Apresentam um baixo rendimento em azeite e uma alta produtividade em azeitonas. Têm, assim, uma excelente aptidão para a conserva em verde. Estas variedades são desde sempre usadas na conserva em Elvas e Campo Maior.
As azeitonas verdes destinadas a conserva são colhidas durante o ciclo de maturação, antes de escurecerem e quando já têm um tamanho normal. Colhem-se normalmente à mão, quando a coloração passa do verde das folhas para um verde amarelado e quando a polpa começa a modificar a sua consistência mas sem ficar mole.
Estas azeitonas devem ser processadas o mais rapidamente possível.
Destas azeitonas fazem-se dois tipos de tratamento artesanal: as azeitonas pisadas ou britadas e as de conserva.
No caso das azeitonas pisadas, dá-se uma pancada em cada fruto com um martelo de madeira, mergulhando-se de seguida em água que se vai mudando frequentemente. Quando estão adoçadas, temperam-se com sal para se consumirem. Noutros casos, são ainda temperadas com as ervas habituais: oregão, loureiro, murta. São as primeiras a ser comidas porque perdem facilmente o ácido, mas duram pouco tempo.
As de conserva são mergulhadas inteiras em água que deve ser mudada com alguma frequência. Passados uns meses, perdido a maior parte do ácido, são temperadas com sal e com as ervas já referidas. São deixadas durante mais algum tempo a "tomar o tempero" e só depois são consumidas.
 

Segundo informação de um olivicultor é aquela que dá menos azeite, apesar do nome.

 

 Variedade de origem espanhola

 

 

 

Fotos tiradas durante a VIII Feira Nacional de Olivicultura, 7, 8 e 9 de Setembro, em Campo Maior, no expositor da empresa Garrancho.

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publicado às 15:32

Artesanato de barro

por Júlia, em 10.09.07

No passado fim-de-semana realizou-se, em Campo Maior, a VIII Feira Nacional da Olivicultura. Este concelho, juntamente com o de Elvas, constituem uma das importantes regiões de cultura da oliveira e de produção de azeitona, com especial destaque para a destinada a conserva.

A travessa comemorativa do evento foi feita por artesãos da vila (Lavadinho & Espada, Lda) que também estavam num stand a exibir e vender os seus produtos.

Fica aqui o registo de algumas das suas peças.

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 13:58

Legumes

por Júlia, em 09.09.07

Nas minhas aventuras na jardinagem, resolvi experimentar o cultivo de legumes. A minha primeira tentativa foi feita com a compra de sementes de tomate que semeei num vaso. As plantinhas lá nasceram e rapidamente cresceram. De tal modo que tive de transplantar algumas porque o recipiente era demasiado pequeno para que todas pudessem desenvolver-se.

Comecei a ficar entusiasmada quando começaram a aparecer as flores.  E depois os frutos. Já os provei e são muito bons.

 

Flores do tomateiro

 

O primeiro tomate da minha "horta"

 

Esta sucesso levou-me a experimentar outras culturas. Agora tenho rúcula numa jardineira e já colhi as primeiras folhas que são deliciosas.

 

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publicado às 08:17

Nichos

por Júlia, em 07.09.07

A devoção e a invocação dos santos é manifestada, por vezes, com a colocação de imagens em nichos nas paredes exteriores dos edifícios ou noutros lugares públicos.

 

 

Nicho no interior das arcadas da Praça do Giraldo, em Évora, com uma imagem de Santo António. 

 

Nicho no palácio dos Carvajais, Campo Maior, com uma imagem da Virgem Maria.

 

Nicho no palácio de Camaride, actual Casa do Povo, Campo Maior, com uma imagem de Santa Beatriz da Silva, natural da vila, da qual é padroeira, conjuntamente com S. João Baptista.

 

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publicado às 10:30

Tabaco

por Júlia, em 05.09.07

Quando foi construída a Barragem do Caia, uma das principais culturas a beneficiar da rega era o tomate. De cada lado das estradas, viam-se grandes tomatais. Foi até construída uma fábrica para a transformação deste fruto. A fábrica já fechou há muito tempo e novas culturas têm sido introduzidas. Uma delas é o tabaco.

 

Campo de tabaco a perder de vista, na estrada que liga Campo Maior a Badajoz, passando pelo antigo posto fronteiriço do Retiro.

 

As flores do tabaco.

 

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publicado às 08:07

Rola na relva

por Júlia, em 03.09.07

 

De manhã, toda ela se espanejava na relva húmida do jardim.

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publicado às 14:18

Ailanto

por Júlia, em 01.09.07

O ailanto (Ailanthus altissima (Miller) Swingle), também conhecido por ailanto-da-China é uma árvore caducifólia, de crescimento rápido atingindo os 25 metros de altura. O tronco é direito e cilíndrico e a copa irregular. As folhas são grandes, alternas, compostas. As flores são pequenas, branco-esverdeadas, em panículas de 25 cm de comprimento. Os frutos são sâmaras de 3-4 cm, com asa retorcida em fascículos densos.

É nativa da China e foi introduzida na Europa como árvore ornamental em parques e ruas. Tornou-se silvestre muito rapidamente, para isso contribuindo o seu rápido crescimento,  a abundante frutificação e a capacidade de desenvolver rebentos com raíz. É considerada uma planta invasora e, devido à sua insensibilidade à secura e à poluição, desenvolve-se em áreas urbanas abandonadas.

 

Aqui pode observar-se a capacidade de reprodução do ailanto. Ao longo da berma da estrada desenvolveram-se novas plantas a partir da árvore, formando uma sebe compacta. O ailanto da foto está na fase de frutificação.

 

Fascículos de sâmaras do ailanto.

 

Ailanto resistente. Apesar das podas radicais a que tem sido sujeito,  conseguiu sobreviver.

 

 Um jovem ailanto formando um maciço com outra invasora, a acácia-mimosa (Acacia dealbata Link.)

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publicado às 12:07

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