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Árvore da Chuva Dourada

por Júlia, em 10.06.07

 

 

A árvore da chuva dourada (Koelreuteria paniculata Laxm.) é originária do Este da Ásia. Caducifólia, é muito utilizada em parques e jardins por ser muito graciosa e decorativa. Nesta altura do ano cobre-se de pequenas flores amarelas com 1 cm de diâmetro e 4 pétalas,  em grandes panículas piramidais e terminais até 40 cm de comprimento.

 Neste jardim, encontram-se alguns exemplares desta árvore, ao lado de duas tílias.  A outra árvore, à esquerda desta, está numa fase mais atrasada da floração. Nos bairros novos pude ainda observar algumas árvores desta espécie.

 

 

 Pormenor de uma panícula, com as pequenas flores.

  

Se esta árvore é espectacular na fase da floração, também o é quando está coberta de frutos. Os frutos são cápsulas que, pela sua forma e dimensão, lhe dão um aspecto muito bonito.

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publicado às 15:16

Igreja de Nª. Sª. da Luz

por Júlia, em 08.06.07

Já tinha visitado várias vezes Arronches, embora sem ser de modo exaustivo. Conhecia a Igreja Matriz e  o largo onde se localiza e algumas ruas. Recentemente, entrei de passagem, vinda de Portalegre e, num pequeno largo deparei com uma igreja e um conjunto de casas interessantes. Embora esteja no local uma placa identificadora do monumento, ela está de tal modo apagada que foi preciso perguntar a um habitante o nome da igreja que me tinha impressionado pela harmonia das formas.  

A Igreja de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, foi construída no século XVI no local onde antes existiu uma ermida com a mesma evocação a Nossa Senhora da Luz. Estava anexa ao Convento dos Religiosos Agostinhos Descalços, mas, quando da extinção das ordens religiosas masculinas, no século XIX, foi vendida a particulares.

O templo surpreende pela beleza que evidencia. Não foi possível visitar o interior por se encontrar fechado na altura em que visitei Arronches.

 

 

  Igreja de Nossa Senhora da Luz, destacando-se os elementos em granito da sua estrutura, com especial relevo para as colunas e arcos de volta redonda da entrada do alpendre ou galilé  

 

 

Do interior do alpendre, vista sobre o casario da vila.

 

 

          

Pórtico principal renascentista, em mármore, destacando-se os medalhões com bustos e  encimado por um frontão com a representação de uma concha.

 

 

 

O pórtico lateral é também renascentista, mas com decoração mais simples que o pórtico principal.

 

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publicado às 08:48

Frutos da olaia

por Júlia, em 06.06.07

 

As flores da olaia que em final de Março cobriam as árvores, deram lugar aos frutos.

 

Foto: 28 de Maio de 2007

 

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publicado às 13:39

Dia Mundial do Ambiente

por Júlia, em 05.06.07

 

Quando deixaremos de ver este triste espectáculo? Numa altura em que já há processos para reciclar o entulho proveniente de demolições, porque continua a ser deitado junto aos caminhos?

É urgente a intervenção das autarquias para resolver este problema.

 

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publicado às 15:10

Figueira-da-índia

por Júlia, em 03.06.07

A figueira-da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) Mill) é uma planta suculenta, arbustiva, podendo atingir 5 metros de altura. Pertence à família da Cactáceas. Tem raiz muito profunda, tronco carnudo, lenhoso e erecto, com ramos cilíndricos de cor verde vivo ou verde acinzentado e folhas transformadas em espinhos finos, rectos e esbranquiçados.

É uma planta de climas secos, temperados e tropicais.

Provavelmente originária da América Central, encontra-se naturalizada nas margens dos mares Mediterrâneo e Vermelho e na África do Sul. Em Portugal é cultivada em sebes ou jardins no Alto Douro, Estremadura, Ribatejo, Alto Alentejo,  Algarve, Madeira e Açores. O fruto é  comestível.

 

 

Figueira-da-índia com ramos novos e flores, integrada numa sebe juntamente com alecrim e uma piteira

 

 

Flores da figueira-da-índia, vendo-se também parte da folha da piteira e, em fundo, o alecrim.

 

Confesso que nunca tinha "visto" estas flores. A pressa do dia-a-dia fazia com que apenas deitasse um olhar apressado à planta, reparasse quando estavam carregadas de "figos", não havendo tempo para apreciar tanta beleza.

 

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publicado às 18:59

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