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Árvores douradas

por Júlia, em 30.05.07

Graças ao Pedro Santos pude identificar estas árvores que se vêem frequentemente ornamentando  ruas e jardins.

 

A grevílea, também conhecida pelo nome de carvalho-sedoso (Grevillea robusta A. Cunn. ex R. Br.) é uma árvore de folha persistente, originária do Leste da Austrália.

 

Num dos lados da rua principal de acesso à vila de Campo Maior, junto a uma urbanização relativamente recente, foram plantadas no passeio estas árvores que estão agora, neste final do mês de Maio, em plena floração. Vistas do exterior, notam-se as manchas amarelo dourado das flores. Mas é na parte interior da árvore que melhor se podem observar.

Descobri mais uma árvore dentro dos limites do parque anexo às piscinas municipais. Esta tem menos folhagem que as da avenida, ficando as flores mais visíveis. 

 

               

    Algumas das grevílias da                            Grevília de um parque

      Av. Humberto Delgado

 

 

Ramos com flores.

 

 

Pormenor da floração da grevília.

 

 Fico a desejar que ninguém da autarquia se lembre de podar estas árvores de modo a ficarem como as que foram fotografadas em Moura .

 

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publicado às 14:12

Ouguela 2

por Júlia, em 28.05.07

Nos dias 11 e 12 de Maio acompanhei um grupo de jornalistas que visitou os concelhos de Campo Maior e de Monforte.

No primeiro dia fomos até Ouguela. Já antes fiz uma pequena apresentação desta aldeia do concelho de Campo Maior. Mas, nesta nova visita e ao contrário do que tinha acontecido antes, subi às torres e percorri o caminho da ronda ao longo das muralhas.

É evidente que novas perspectivas se me depararam.

 

 

 

No interior do castelo existem casas ainda habitadas que se encostam às muralhas. 

Do caminho da ronda, vista sobre as pequenas casas, de onde sobressaem as chaminés.

 

 

 

O campanário visto da parte de trás da igreja, encimado pelo catavento.

 

 

 

A ex-escola que é agora centro de dia para apoio à população idosa.

Um grupo de habitantes da aldeia descansa ao sol e põe a conversa em dia.

 

 

 

Vista dos campos para Sul de Ouguela.

A geometria do olival.

Num "monte", os trabalhos do campo imprimem mudanças de cor na paisagem.

 

 

 

 

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publicado às 16:24

Boas notícias

por Júlia, em 27.05.07

Passei na sexta-feira, dia 25, por Barbacena e verifiquei que os dois freixos ameaçados de abate, felizmente ainda lá estão, à entrada da aldeia.

Quanto às outras árvores, que se encontram ao longo da estrada para Vila Fernando e que não foram abatidas, continuam a tentar sobreviver, gravemente amputadas de grande parte dos ramos.

 

 

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publicado às 14:22

Jardim

por Júlia, em 25.05.07

Hoje o tema não é a paisagem alentejana. As imagens seguintes são apenas amostras de um jardim localizado numa urbanização a Norte de Lisboa, no concelho de Loures.

Trata-se de um caso exemplar de como se pode criar um ambiente muito agradável e disponível para fruição da população que aqui vive.

Todo o espaço arborizado se articula com um ribeiro que tem água todo o ano, mesmo nos Verões muito secos. Quando foi construída a urbanização, o curso do ribeiro foi alterado e foram construídos pequenos diques que, ao longo do desnível do leito, dão origem a quedas de água. Ao canto das muitas aves que por ali vivem, junta-se, a espaços, o murmúrio da água

É grande a diversidade de árvores e arbustos. Só é pena que a autarquia não invista na identificação das espécies, podendo tornar-se um espaço educativo ao serviço das escolas da freguesia. 

 

 

 

 Caminho com plátanos. À esquerda, o ribeiro.

 

 

 Casamento do espaço urbano com um parque verdejante.

 

 

 

Casuarina (Casuarina equisetifolia L.) e flores coloridas.

 

 

Um lódão-bastardo (Celtis australis L.) destaca-se pela sua dimensão.

 

 

A beleza de uma piteira (Agave americana)

 

 

Uma das muitas tílas que refrescam com a sua sombra e perfumam o ar.

 

 

Um maciço colorido.

 

 

As primeiras flores da murta (Myrtus communis), um dos muitos arbustos que se encontram cheios de flores. Mas este é o meu preferido.

 

Santo António dos Cavaleiros, 18 de Maio de 2007

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publicado às 22:08

Oliveiras de candeio

por Júlia, em 23.05.07

Candeio - Floração das oliveiras

 

 

Ramo de oliveira com flores em botão. 3 de Maio de 2007.

 

 

Ramo de oliveira com flores. 17 de Maio de 2007.

 

 

 

Ramos de oliveira com as flores já a secarem e a caírem da árvore. 21 de Maio de 2007.

 

 

Neste ramo já se conseguem ver as pequenas azeitonas. 21 de Maio de 2007.

 

(este é a continuação do post)

 

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publicado às 15:51

Tílias

por Júlia, em 21.05.07

Num dos parques infantis de Campo Maior há um conjunto de árvores relativamente jovens que cresceram sem qualquer constrangimento, ou seja, ainda não foram sujeitas às podas tão em voga. Entre elas contam-se duas tílias.

 

 

Uma das tílias

 

 

Pormenor, vendo-se os pequenos cachos de botões. As flores ainda não desabrocharam mas, quando tal acontecer, o seu perfume inundará o ar.

10 de Maio de 2007

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publicado às 11:53

Mais cercas

por Júlia, em 21.05.07

 

As cercas invandem tudo. Já vi cercas entrarem pelas águas da barragem do Caia. Também há cercas colocadas de tal modo que impedem o acesso às margens dos rios. Mas esta situação é muito original: a cerca de rede atravessa  a ribeira de Abrilongo.

 

 

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publicado às 11:04

Rios

por Júlia, em 19.05.07

Este ano tem chovido bastante e a precipitação distribuiu-se por vários meses. Este facto reflecte-se no caudal dos rios que, no mês de Maio, ainda transportam bastante água. A destes rios irá alimentar o grande lago do Guadiana.

 

 

Rio de Arronches, a montante da ponte de Arronches

11 de Maio de 2007

 

 

 

O Rio Xévora a montante do pontão da Nossa Senhora da Enxara, Ouguela.

14 de Maio de 2007

 

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publicado às 11:13

Cegonhas

por Júlia, em 18.05.07

 

Este ano foram muitas as cegonhas que pude observar no Alto Alentejo. Fizeram os ninhos no alto dos postes, nas casas arruinadas, nas árvores. 

Vi-as umas vezes nos ninhos, outras voando à procura das presas para se alimentarem.

O elevado número de aves não é estranho ao fenómeno da diminuição das terras com culturas de cereais. Agora vêem-se sobretudo  terras incultas ou ocupadas com pastagens para gado ovino e bovino.

Na chaminé desta casa em ruínas, um ninho e uma cegonha. Durante o Inverno e a Primavera lá estava uma  delas de sentinela no cimo da chaminé que, quaquer dia, vai ruir tal como já aconteceu com partes da casa.

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publicado às 15:17

Árvores de jardim

por Júlia, em 15.05.07

Começou no ano passado uma remodelação do jardim de Campo Maior. Algumas árvores foram cortadas e substituídas por outras.

Há poucos dias, num dos sectores do jardim, foram cortadas pelo menos sete acácias (julgo serem sófora ou acácia-do-japão - Sophora japonica L.) e arrancados alguns arbustos (silindra, buxo, lilazes) e outras plantas. Foi triste ver o espectáculo de tantas plantas destruídas. No que respeita às árvores, dizia-se que estavam muito velhas e que, de vez em quando, se partiam as ramificações por causa do estado em que se encontravam. 

Nesta altura não se sabe o que está programado para ocupar o lugar destas plantas.

No entanto, assistiu-se a um facto surpreendente: duas árvores que estavam mais ou menos escondidas no meio da vegetação, surgem agora com grande destaque - um cipreste e um pinheiro de grandes dimensões.

 

              

 

 Julgo tratar-se de um cipreste-de-monterey ou da-califórnia (Cupressus manocarpa Hartweg) e de um pinheiro-de-alepo (Pinus halepensis Miller).

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publicado às 09:50

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