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Água

por Júlia, em 23.03.07
Ontem celebrou-se o Dia da Água.
A água é um bem indispensável para a vida e que escasseia em muitas partes do mundo. Num dos canais da televisão espanhola, abordava-se o problema da falta de água em algumas regiões, com as albufeiras das barragens a apresentarem níveis muito baixos.
 
A exploração intensa dos aquíferos tem levado à diminuição das reservas de água. Os reservatórios à superfície dependem do regime das precipitações que, no caso do nosso país, é muito irregular. Os verões quentes e secos determinam também elevados valores de evaporação, contribuindo para a diminuição da água das albufeiras.
 
É fundamental que se adoptem políticas de constituição de reservas de água e de uso racional deste recurso.
.

 Albufeira da Barragem do Caia
A ilha, em anos de seca e no verão, passa a fazer parte de uma península
.
A agricultura é o sector que mais consome água. No Alentejo, as barragens foram construídas fundamentalmente para promover, no perímetro definido pela extensão dos canais de rega, a substituição da agricultura tradicional de sequeiro, por culturas de regadio. A Barragem do Caia é uma delas. Actualmente serve também para abastecimento público.
.
 

Barragem do Caia

.
O cilindro de pedra que se encontra na barragem (existem outros iguais noutras barragens) mostra claramente qual o objectivo da sua construção: a rega. No entanto, a leitura da inscrição esclarece sobre os efeitos fantásticos que a rega iria desencadear não só no plano económico, mas também no plano social. Datada de 1967, pode ler-se:
 
“A rega é considerada magno problema de interesse simultaneamente económico, social e militar que como nenhum outro contribuirá para a valorização do património nacional, para a criação de riqueza pública, para a absorção do nosso excesso demográfico e para o desenvolvimento do comércio interno e externo do país.
 Salazar”

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