Sábado, 11 de Fevereiro de 2017

Douro 2

Douro 1.1.JPG

 

Douro 1.2.JPG

 

Douro 1.3.JPG

 

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017

Douro

Uma visita ao Porto não seria completa sem uma viagem pelo Rio Douro. Mas nem tudo é beleza de bilhete postal e folheto turístico.

Douro 1.JPG

 Uma das muitas edificações abandonadas e em avançado processo de ruína.

Douro 2.JPG

 Encostas cobertas de eucaliptos.

Douro 3.JPG

 Mais eucaliptos.

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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013

Rio Ponsul

O rio Ponsul é um dos afluentes da margem direita do rio Tejo. Não é difícil imaginar que, antes da construção da barragem de Cedillo, o rio corria para o Tejo num vale encaixado. As margens foram parcialmente submersas e as vertentes que ficam acima do nível da água, ainda mostram um declive bastante acentuado. Dada a orientação predominante do rio neste troço, de norte para sul, a vegetação é semelhante nas duas margens. Apenas as marcas da ação do homem introduzem uma nota dissonante.

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Duas imagens da margem esquerda do rio
Terraços com muros de suporte para a cultura da oliveira
Ponte sobre o rio Ponsul

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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013

Rio Tejo

As viagens em grupo são como os melões: só se sabe se correm bem depois de realizadas. Esta não correu especialmente bem (felizmente foi apenas um dia...). Salvou-se o passeio de barco nos rios Tejo e Ponsul entre Cedillho (Espanha) e Lentiscais, na Beira Baixa. O tempo não ajudou: de vez em quando um aguaceiro.


Ver mapa maior

O Rio Tejo e a confluência do Rio Ponsul, na margem direita. (Deslocar o mapa para a direita, para ver o Embalse de Cedillo, onde, nas próximidades, se encontra o local de embarque para a viagem de barco).

 

 

O Rio Tejo visto da margem esquerda, em território espanhol. Na margem direita, em frente, terras da Beira Baixa.
Neste troço do Rio Tejo, a margem esquerda contrasta fortemente com a margem direita em termos de coberto vegetal. Este contraste tem a ver com a orientação das vertentes: esta, virada a norte, tem uma exposição solar menor do que a que se encontra virada a sul. É a típica oposição entre a encosta soalheira e a encosta úmbria. 
(continua...)

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Domingo, 31 de Março de 2013

Meteorologia

Quatro meses separam as duas imagens da albufeira do Caia. Aqui se testemunha quanto tem chovido, sobretudo no final do inverno e começo da primavera.


28 de novembro de 2012, ao fim da tarde.


29 de março de 2013, numa tarde fria e chuvosa.

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Domingo, 10 de Março de 2013

Ponte


Dizem-me que é a ponte internacional mais pequena do mundo. É a ponte sobre a ribeira de Abrilongo, que, neste troço, estabelece a fronteira entre Espanha e Portugal, no concelho de Arronches e liga duas povoações minúsculas: El Marco, do lado espanhol e Marco ou Várzea Grande, do lado português.

9 de Março de 2013

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Sábado, 2 de Março de 2013

Rio Caia


No Baldio de Arronches. Fevereiro de 2013

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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012

Rio Guadiana


Em Alcoutim

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Domingo, 15 de Abril de 2012

Reflexos no Rio Xévora

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

Reflexos

No rio Sever, numa tarde de outono.

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Terça-feira, 5 de Julho de 2011

Alentejo e água

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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

Barragem de Abrilongo 2

 

O processo de descarga da barragem, depois de ter sido atingida a cota máxima.

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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

Albufeira de Abrilongo

 

A segunda etapa da viagem tinha de ser a Barragem da Ribeira de Abrilongo para observar o estado da albufeira. Não havia vento e a superfície aquática era um autêntico espelho. Apesar de não estar a chover. o céu estava encoberto por nuvens, onde, de vez em quando, um feixe de raios solares aproveitava uma descontinuidade para se reflectir na água. A albufeira estava cheia como nunca a tinha visto.

 

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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

Água

 

Com este outono e princípio de inverno tão chuvosos, tinha curiosidade de ver qual o estado das principais linhas de água, aqui, desta área.  No primeiro dia de Janeiro, a "volta dos tristes" começou no rio Xévora, junto à capela de Nossa Senhora da Enxara. O rio galgou já o leito normal e inundou as margens. A maior parte da vegetação ribeirinha encontra-se mergulada na água.

Até a árvore onde foi colocada a placa avisando que esta área é de "não caça" está dentro de água...

 

 

 

 

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Domingo, 2 de Maio de 2010

Ribeira de Nisa

 

 

 

11 de Abril de 2010

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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Vista para a Beira

 

Um bocadinho do Alentejo, o Rio Tejo e o começo da Beira. 26 de Abril, Barca da Amieira.

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Sábado, 24 de Abril de 2010

Ribeira de Seda, Pisão

 

 

 

A Ribeira de Seda nasce na Serra de S. Mamede. Depois de atravessar o concelho de Portalegre, o seu curso segue para o concelho do Crato. Foi aqui que a vi muitas vezes, quer na ponte romana, quer na ponte mais moderna e ainda nalguns outros sítios onde era habitual ir por alturas do 1º de Maio.

No Pisão, aldeia do concelho do Crato, a ribeira ia cheia neste mês de Abril, graças às abundantes chuvas que caíram. Depois de um ligeiro desnível, com o leito formado por rocha, o rumor da água a correr era substituído pela tranquilidade desta curva, enquadrada pelos blocos de granito. As águas reflectiam a vegetação, sobretudo os freixos, que, exuberantemente, se cobriam de folhas.

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Rio Caia

O Rio Caia e a Ponte do Crato em Arronches.

 

Mais a jusante, no Baldio, o rio espraia-se e corre rápido na área onde começa a albufeira. Aqui foi construída uma nova ponte e é um dos pontos de observação de garças.

 

No Baldio, ao lado da nova está a antiga ponte, onde pode ver-se o que terá sido o leito natural do rio.

 

17 de Janeiro de 2010

 

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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Rio Xévora

No dia 5 de Janeiro, o rio Xévora cresceu e alagou o leito de cheia, consequência da chuva que, persistentemente, caíu durante alguns dias.

 

A jusante do pontão, vendo-se, ao fundo, a igreja de Nossa Senhora da Enxara. Há uns dias a água cobriu o tabuleiro que se vê no canto inferior esquerdo.

 

A montante do pontão.

 

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Rio Xévora

Vegetação ribeirinha e reflexo nas águas tranquilas do rio.

 

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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Rio Xévora

As altas temperaturas que agora nos sufocam, fazem recordar a frescura e a beleza deste rio, ainda com um caudal razoável em meados do mês de Maio.

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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Viagem

 

Ontem, no fim do dia 30 de Novembro, o Tejo, as nuvens e o perfil de Lisboa, visto da Ponte Vasco da Gama (claro que em movimento...) a caminho do Alentejo.

 

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Sábado, 4 de Outubro de 2008

Passeio no Alqueva

Na continuação do passeio ao Alqueva e depois da visita à barragem, o almoço foi em Moura, dando ainda tempo para percorrer algumas das ruas deste bonita vila.

A tarde foi ocupada com uma viagem até à marina de Amieira, onde embarcámos para percorrer parte do vale do Rio Degebe e da confluência deste com o Guadiana, até à barragem.

 

 

 A marina de Amieira, no vale do Rio Degebe, com uma azinheira em primeiro plano.

 

 Nestes dias de Setembro, há um constraste evidente entre o plano de água e a secura das terras das margens da albufeira, com o campo, neste troço, apenas pontuado por algumas azinheiras. Noutras áreas, o montado apresenta-se mais denso.

 

A barragem vista do barco.

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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Alqueva

Num dia do princípio de Setembro fui numa excursão visitar o Alqueva. Os passeios em grupo têm desvantagens porque limitam a liberdade de vaguear pelos lugares, descobrindo pormenores que não são evidentes sobretudo quando os horários são muito rígidos. Mas tem outras vantagens porque permitem o convívio com grupos mais alargados e a possibilidade de usufruir de certos programas.

No caso deste passeio, integrou um grupo alentejano-extremeño, claro que com mais extremeños que alentejanos. Visitámos o centro de interpretação da Barragem do Alqueva onde assistimos à projecção de uma filme sobre o empreendimento, comentado por um técnico destacado para o efeito e que ainda respondeu às perguntas que lhe foram feitas. 

Seguiu-se a observação do paredão da barragem, guiada pelo mesmo técnico. 

 

 O Rio Guadiana a jusante da barragem do Alqueva. 

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Os dois rios

Quando escolhi o nome para este blogue tive como referência a antiga designação do Alentejo e os dois rios que definem, grosso modo, a grande região do Sul de Portugal. O Rio Tejo que lhe serve de limite Norte e o Guadiana - ainda no século XVI chamado de Odiana - que estabelece a linha de fronteira com Espanha em dois troços da raia a Sul de Badajoz, intercalados pelo seu curso unicamente em território português, desde o concelho de Mourão até ao de Mértola.

O Rio Tejo é o mais longo da Península Ibérica, com cerca de 1000 km de extensão, desde que nasce na Sierra de Albarracín, até que desagua nas águas do Atlântico. Quando entra em território português, tem alguns troços em que o rio se encaixa em vertentes mais apertadas e declivosas. Só mais para jusante irá encontrar a vasta planície sedimentar do Ribatejo, correndo então mansas as sua águas na vasta caleira aluvial que termina em delta interior. Por fim, o vale vai ainda apertar-se entre as colinas de Lisboa e da margem sul, e o Tejo cumpre o seu destino de chegar ao mar.

 

O Rio Tejo, em Belver.

 

O Guadiana é o grande rio do Sul. Nasce no planalto da Mancha, em Espanha, desaparece numa região de calcários e volta a aparecer nos Ojos del Guadiana. É um típico rio de planície com um caudal muito irregular, como é próprio dos rios da parte meridional da Península Ibérica. Corre aproximadamente no sentido Leste-Oeste até chegar a Badajoz. A partir daqui vai mudando de direcção e inflectindo para Sul.

A barragem do Alqueva veio alterar o ritmo anual do rio. Lugares onde, no Verão, se reduzia a um fio de água, vêem-se as suas margens inundadas pelas águas.

 

O Rio Guadiana, em Badajoz.

Vista a partir da ponte mais antiga, a que liga directamente às Puertas de Palma, agora destinada unicamente à circulação de peões. Numa manhã de Agosto, de um dia claro, foi muito agradável passear entre as duas margens e ver as águas calmas do rio, muito mais cheio desde a construção do Alqueva. Ao fundo vêem-se duas das pontes que unem as suas margens.

 

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Domingo, 5 de Agosto de 2007

Juromenha e o Alqueva

 No dia 28 de Julho, de regresso do Redondo, passámos por Juromenha. O dia não convidava ao passeio pois o termómetro marcava 42ºC. Mas lá nos aventurámos para podermos observar a paisagem modificada pela albufeira do Alqueva.

Subindo ao castelo, consegue ver-se uma vasta área e o que era nesta altura do ano um rio de fraco caudal é a agora um "mar" de água.

 

A albufeira do Alqueva, vista a juzante do castelo de Juromenha

 

Vista da albufeira, a montante do castelo de Juromenha

 

Campos cultivados da margem esquerda. Vê-se Villareal, uma das aldeias de Olivença.

 

Novas culturas na margem direita. Distinguem-se alguns pomares.

 

O castelo de Juromenha. É visível o estado de degradação em que se encontra.

 

Torres do castelo de Juromenha

 

As muralhas da Restauração.

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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

Mais cercas

 

As cercas invandem tudo. Já vi cercas entrarem pelas águas da barragem do Caia. Também há cercas colocadas de tal modo que impedem o acesso às margens dos rios. Mas esta situação é muito original: a cerca de rede atravessa  a ribeira de Abrilongo.

 

 

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Sábado, 19 de Maio de 2007

Rios

Este ano tem chovido bastante e a precipitação distribuiu-se por vários meses. Este facto reflecte-se no caudal dos rios que, no mês de Maio, ainda transportam bastante água. A destes rios irá alimentar o grande lago do Guadiana.

 

 

Rio de Arronches, a montante da ponte de Arronches

11 de Maio de 2007

 

 

 

O Rio Xévora a montante do pontão da Nossa Senhora da Enxara, Ouguela.

14 de Maio de 2007

 

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Quarta-feira, 14 de Março de 2007

Olivença IV - A ponte da Ajuda

As comunicações de Olivença com outras terras portuguesas limítrofes foram sempre dificultadas pelo Rio Guadiana.
Até ao século XVI o transporte de pessoas e mercadorias era feito por barca. E esta era de tal modo importante que, no foral novo, concedido por D. Manuel em 1 de Junho de 1510, um dos capítulos estabelecia os direitos e deveres que Elvas e Olivença tinham sobre a barca.
No reinado de D. Manuel foi mandada fazer uma ponte fortificada a unir as duas margens do rio. A ponte da Ajuda, sempre que havia guerra, era destruída, voltando-se ao transporte por barca até à sua próxima reconstrução. Em 1668 foi reconstruída pela última vez e em 1709, durante a Guerra da Sucessão de Espanha, foi definitivamente destruída, podendo ainda ver-se o que resta dos seus arcos e fortificações.
.

A velha Ponte da Ajuda, vista da margem direita do Guadiana

Já nos anos 70, havia da parte dos oliventinos o desejo de reconstrução da Ponte da Ajuda, não por razões sentimentais, mas na expectativa de que os fluxos que se viessem a estabelecer contribuíssem para o seu desenvolvimento.

A parte da ponte que se encontra na margem esquerda já foi objecto de obras, enquadradas no "Projecto de recuperação e reabilitação da Ponte Antiga da Ajuda para fins pedonais e turísticos". No entanto, este projecto não se concretizou.

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Ponte da Ajuda na margem esquerda, em parte recuperada pelos espanhóis

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Foi entretanto construída uma nova ponte que permite a ligação directa entre as duas margens do Guadiana, com ligação à cidade de Elvas.

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A nova Ponte da Ajuda, vista da margem esquerda do Guadiana

Neste local, o Rio Guadiana mostra já as consequências da construção da Barragem do Alqueva. Neste local, a corrente era muito tumultosa devido à irregularidade do leito do rio. Agora, as águas, mais calmas, espraiam-se para além do que eram as antigas margens.

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O Entre Tejo e Odiana foi distinguido com o prémio Zé de Mello '09, na categoria Blogosfera Regional. . Agradeço a todos os que votaram. . http://josedemello.blogspot.com/

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