Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015

Fungos no jardim

cogumelos.jpg

 Hoje, num dia luminoso do antecipado verão de S. Martinho, a relva do jardim estava enfeitada com cogumelos.

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Segunda-feira, 5 de Maio de 2014

Aromáticas

É sabido que obter plantas por sementeira nem sempre é um êxito. Várias vezes as sementes se recusaram a germinar. Mas, este ano, parece que estou com sorte. A maior parte das sementeiras deu até uma quantidade enorme de plantinhas. Num vaso grande semeei erva-cidreira e oregãos, que estão com o vigor que se pode ver na foto. Mas também tomilho-limão e alguns pés de manjericão e de malagueta.

Tudo correria da melhor maneira não fossem uns pardais atrevidos que invadem o terraço e se entretêm a escavar os vasos. Algumas plantas sofreram com esta invasão. A solução foi proteger as mais vulneráveis com garrafões de plástico.



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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

Vegetal

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Domingo, 20 de Outubro de 2013

Invasora

A Ipomoea indica (Burm.) Merr., também conhecida vulgarmente pelo nome de bons-dias, está classificada como planta invasora. Por ser muito decorativa e ter umas flores vistosas, é muitas vezes plantada, como neste caso, para cobrir a rede que delimita uma pequena horta.

Não há muito tempo quase não se dava por ela. Mas deve ter encontrado condições muito boas para o seu desenvolvimento. Tem um vigor impressionante, pelo menos confirmado pelo tamanho das folhas e pela densidade que apresenta.


.


Aqui vê-se que já ultrapassou o limite superior da rede de vedação e trepa pelos ramos da árvore. A continuar assim, irá provocar a morte da árvore.


O passeio já está coberto e lança ramos para o alcatrão da rua que, por não ter saída, não tem qualquer movimento automóvel. Só por ali se veêm passeantes ou crianças de bicicleta.

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Quinta-feira, 25 de Abril de 2013

...




Soagem (Echium plantagineum L.)

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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Roseta

 

Dadas as condições extremas de temperatura no meu terraço, tenho aumentado a minha colecção de cactos. Este é muito decorativo e a roseta central está rodeada de pequenas rosetas-filhas. Estava assim, num dia de nevoeiro, coberto de orvalho.

 

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Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010

Bromélia

 

Não tenho muitas plantas de interior. Além das aspidistras que têm tantos anos que já fazem parte integrante da casa, tendo sobrevivido a muitas situações em que outras plantas não teriam resistido, uma das mais recentes é a bromélia que é uma das minhas preferidas. Gosto especialmente desta planta tropical que, pelas suas cores, constitui um regalo para a vista.

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Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010

Buganvília em Dezembro

 

 

 

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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010

Musgo

 

O musgo prospera neste ano de muita chuva.

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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Jardim espontâneo

 

Nos interstícios da calçada do quintal* nasceram alguma plantas. É um jardim espontâneo e verdejante nestes dias de Inverno.

 

* Designação pomposa de um pátio interior rodeado por altas paredes.

 

 

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Sábado, 16 de Janeiro de 2010

Cogumelo

 

Eram numerosos, na beira da estrada. Este estava nesta posição.

 

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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Azinheira

Foi há quase dois anos que, numa saída, apanhei do chão bolotas de uma azinheira que se encontrava junto da estrada. Enterrei algumas em dois vasos e nasceram duas plantinhas. Uma delas.estava num vaso muito pequeno e acabou por secar quando a transplantei para um  maior. A outra continuou o seu processo de crescimento e chegou a altura de a enviar para um meio mais adequado para que se possa transformar numa bela árvore. Irá ser plantada algures em Portalegre, numa acção levada a cabo pela Associaçáo Quercus.

 

A minha azinheira, aindo no vaso.

 

Pormenor de um dos seus raminhos.

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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Medronhos

 

Frutos do medronheiro (Arbutus unedo L.)

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Domingo, 8 de Novembro de 2009

Outono

 

Folhas de um diospireiro (Diospyrus kaki, L.f.), num dos primeiros dias do mês de Novembro. Esta árvore de fruto e também ornamental, é originária da Ásia, tendo um dos nomes científicos por que é identificada (sinonímia, segundo Flora Digital de Portugal,  UTAD) a marca dessa origem: Diospyros chinensis Blume

 

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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Sopa de Beldroegas

O que posso dizer sobre o tema “Na minha Terra, come-se bem”? Evocar um restaurante e aquele prato inesquecível? Confesso que raramente vou a restaurantes e não guardo nenhum momento daqueles que ficam registados para sempre na memória gustativa.
Seria talvez presunção da minha parte dizer que na minha casa “come-se bem”. Talvez porque, de vez em quando, tenho algumas reclamações, sobretudo quando faço alguns dos pratos tradicionais que não correspondem aos gostos dos mais novos.
Desde pequena fui iniciada na tarefa de cozinhar porque as mães não descuravam essa prenda que as filhas deviam levar para a sua missão de donas de casa. Eram receitas simples e tradicionais de uma casa modesta da vila do Crato, Alto Alentejo. Nesse tempo a variedade de produtos não era grande e o abastecimento de verdes e frutas fazia-se no mercado, duas vezes por semana. A carne resumia-se ao porco e borrego; a de vaca só quando alguém ia às cidades grandes. Criavam-se aves de capoeira no quintal da casa, reservadas para alguns domingos e outros dias de festa.
Alguns produtos comuns na cozinha alentejana desapareceram do mercado porque deixou de existir a coroa de hortas que rodeava as povoações. Entre elas conta-se a beldroega (Portulaca oleracea L.), planta espontânea muito comum nas hortas e que é actualmente considera uma infestante das culturas. No entanto, tenho a sorte de um pé de beldroega ter vindo parar a um dos vasos das minhas plantas e, assim, todos os anos por altura do Verão, tenho beldroegas para matar as saudades de sopa de batata com as ditas.
Nos livros de receitas alentejanas é frequente encontrar a sopa de beldroegas. No entanto, a minha sopa de beldroegas é mais simples do que a dos livros. Então, faz-se assim: refoga-se cebola e dentes de alho picados em azeite; em seguida juntam-se as batatas cortadas em cubinhos, os raminhos e folhas das beldroegas e deixa-se refogar um pouco; junta-se água e tempera-se com sal, colorau e folha de louro. Quando as batatas estão cozidas, abrem-se ovos que se deixam escalfar.  Garanto que é muito bom.
 
 
Texto incluído na blogagem colectiva "Na minha terra come-se bem!".
 

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Passeio no campo

Um passeio no campo proporciona a admiração das paisagens que, nesta época do ano, se cobrem de verde, polvilhado aqui e ali por algumas cores, principalmente o amarelo desta pequenas crucíferas.

Mas se olharmos para o chão, podemos descobrir coisas belas, como estes cogumelos, quase escondidos no meio da erva, ou...

...estas plantinhas espalmadas e agarradas à terra. 

 

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Sábado, 29 de Novembro de 2008

Planta suculenta

Planta brilhando, iluminada pelo Sol. Pertence a um jardim de vasos junto à frontaria de uma casa em Évoramonte. 

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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Physalis

No primeiro ano que tive esta planta quase não cresceu. Ainda deu algumas flores e dois ou três frutos enfezados. Este ano cresceu muito, e são muitas as flores que têm desabrochado. São umas florinhas muito interessantes, mas difíceis de fotografar porque estão com a corola voltada para baixo. Isto foi o melhor que consegui, à custa de levantar um dos ramos.

 

Physalis peruviana


 

Dois dos frutos com a cápsula ainda verde. Dentro de cada uma encontra-se uma pequena esfera que, quando madura, fica com uma cor alaranjada e é muito saborosa. Estes frutos existem à venda nos supermercados e são muito caros.

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Domingo, 9 de Novembro de 2008

Frutos de Outono

Frutos da Palmeira-das-Canárias (Phoenix canariensis).

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Sábado, 1 de Março de 2008

Invasoras

A figueira-da-India (Opuntia ficus-indica (L.) Mill) está classificada como planta invasora. Na berma das estradas é fácil observar o aumento da área ocupada por esta planta. Constituem maciços cada vez mais extensos e compactos. E a planta cresce até sobre espaços entre as rochas, como se vê neste afloramento granítico em Alter Pedroso. 

Só é estranho que nos supermercados o figo da Índia seja vendido a um preço proibitivo...

 

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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

Cores de Outono (2)

 

A cor carmesim intensa da parra virgem (Parthenocissus tricuspidata), com algumas folhas ainda verdes e frutos,  embeleza a rede de uma cerca. 

 

 

Folhagem dourada da Koelreuteria paniculata Laxm.

 

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Pelargónios

O espaço do meu jardim ocupado pelos pelargónios ou gerânios que estão floridos praticamente durante todo o ano.

 

 

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Domingo, 9 de Setembro de 2007

Legumes

Nas minhas aventuras na jardinagem, resolvi experimentar o cultivo de legumes. A minha primeira tentativa foi feita com a compra de sementes de tomate que semeei num vaso. As plantinhas lá nasceram e rapidamente cresceram. De tal modo que tive de transplantar algumas porque o recipiente era demasiado pequeno para que todas pudessem desenvolver-se.

Comecei a ficar entusiasmada quando começaram a aparecer as flores.  E depois os frutos. Já os provei e são muito bons.

 

Flores do tomateiro

 

O primeiro tomate da minha "horta"

 

Esta sucesso levou-me a experimentar outras culturas. Agora tenho rúcula numa jardineira e já colhi as primeiras folhas que são deliciosas.

 

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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007

Insólito

 

Um prédio de apartamentos acabado de construir e habitado há pouco tempo.

Equipamento de ar condicionado fixado numa das paredes da varanda que dá para a rua, mas com uma nova função: suporte para vasos com uns belos coleos (Coleus sp.).

 

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Terça-feira, 17 de Julho de 2007

Jardim, árvores e arbustos

Na parte alta de Montemor-o-Novo existe um jardim não muito grande mas muito cuidado. Bem arborizado, com várias espécies de árvores. Algumas ainda muito novas, sinal de que terá sido remodelado há relativamente pouco tempo.

No meio do jardim pontifica o coreto, enquadrado por quatro magnólias, que definem os ângulos de um quadrado no interior do qual está o círculo do coreto.

 

 

Espreitando o jardim debaixo da fresca arcada

 

 

Uma das jovens e bonitas magnólias (Magnolia grandiflora L.) em plena floração

 

 

O arbusto mais esquisito que me foi dado ver no jardim. Não sei como se chama, mas é espectacular.

 

 

Pormenor do arbusto

 

Nota: Agradeço a Rubus a identicação do arbusto: Cotinus coggygria 

 

Fotos: Montemor-o-Novo, 7 de Julho de 2007

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Sexta-feira, 22 de Junho de 2007

Aloendro

O aloendro, também conhecido por loendro, cevadilha, adelfa (Nerium oleander) é um arbusto ou pequena árvore da região mediterrânea que no Verão se cobre de flores de cores que vão do cor-de-rosa vivo ao branco. Encontra-se em ravinas, nas margens ou nos leitos secos dos cursos de água e bermas das estradas. É muito utilizado como barreira nos separadores centrais das auto-estradas.

 

 

Flores de um aloendro branco à beira de uma estrada.

 

 

Flores de um aloendro cor-de-rosa claro de um jardim.

 

 

As primeira flores dobradas cor-de-rosa do aloendro do meu jardim. 

 

 

Todas as partes da planta são tóxicas. Parece que os únicos seres que toleram a sua toxicidade são uns pulgões amarelos que tento combater mas que são muito persistentes e resistentes. Este ano estão particularmente agressivos.

 

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Domingo, 3 de Junho de 2007

Figueira-da-índia

A figueira-da-índia (Opuntia ficus-indica (L.) Mill) é uma planta suculenta, arbustiva, podendo atingir 5 metros de altura. Pertence à família da Cactáceas. Tem raiz muito profunda, tronco carnudo, lenhoso e erecto, com ramos cilíndricos de cor verde vivo ou verde acinzentado e folhas transformadas em espinhos finos, rectos e esbranquiçados.

É uma planta de climas secos, temperados e tropicais.

Provavelmente originária da América Central, encontra-se naturalizada nas margens dos mares Mediterrâneo e Vermelho e na África do Sul. Em Portugal é cultivada em sebes ou jardins no Alto Douro, Estremadura, Ribatejo, Alto Alentejo,  Algarve, Madeira e Açores. O fruto é  comestível.

 

 

Figueira-da-índia com ramos novos e flores, integrada numa sebe juntamente com alecrim e uma piteira

 

 

Flores da figueira-da-índia, vendo-se também parte da folha da piteira e, em fundo, o alecrim.

 

Confesso que nunca tinha "visto" estas flores. A pressa do dia-a-dia fazia com que apenas deitasse um olhar apressado à planta, reparasse quando estavam carregadas de "figos", não havendo tempo para apreciar tanta beleza.

 

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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Jardim

Hoje o tema não é a paisagem alentejana. As imagens seguintes são apenas amostras de um jardim localizado numa urbanização a Norte de Lisboa, no concelho de Loures.

Trata-se de um caso exemplar de como se pode criar um ambiente muito agradável e disponível para fruição da população que aqui vive.

Todo o espaço arborizado se articula com um ribeiro que tem água todo o ano, mesmo nos Verões muito secos. Quando foi construída a urbanização, o curso do ribeiro foi alterado e foram construídos pequenos diques que, ao longo do desnível do leito, dão origem a quedas de água. Ao canto das muitas aves que por ali vivem, junta-se, a espaços, o murmúrio da água

É grande a diversidade de árvores e arbustos. Só é pena que a autarquia não invista na identificação das espécies, podendo tornar-se um espaço educativo ao serviço das escolas da freguesia. 

 

 

 

 Caminho com plátanos. À esquerda, o ribeiro.

 

 

 Casamento do espaço urbano com um parque verdejante.

 

 

 

Casuarina (Casuarina equisetifolia L.) e flores coloridas.

 

 

Um lódão-bastardo (Celtis australis L.) destaca-se pela sua dimensão.

 

 

A beleza de uma piteira (Agave americana)

 

 

Uma das muitas tílas que refrescam com a sua sombra e perfumam o ar.

 

 

Um maciço colorido.

 

 

As primeiras flores da murta (Myrtus communis), um dos muitos arbustos que se encontram cheios de flores. Mas este é o meu preferido.

 

Santo António dos Cavaleiros, 18 de Maio de 2007

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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

Cardos

 

 

É nesta época que o cardo-de-santa-maria (Silybum marianum) começa a apresentar as suas flores vistosas. Nos taludes, junto às estradas e caminhos, formam tufos bastante altos.

 

 

Flores do cardo crescendo em densas cabecinhas formadas por flores de disco, tendo à sua volta fiadas de brácteas espinhosas.

 

Fotos: 3 de Maio de 2007

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Sábado, 5 de Maio de 2007

Ervas aromáticas

 

No meu jardim tenho alguns vasos com plantas aromáticas utilizadas como condimento na cozinha.

 

 

A hortelã (Mentha x piperita) é uma das ervas mais utilizadas para temperar saladas, pratos de carne e indispensável no cozido de grão que se faz no Alentejo.

 

 

 

A salva (Salvia officinalis) tem um perfume forte e é utilizada, em quantidades moderadas, em pratos de carne.

 

 

A manjerona (Origanum majorana) tem um perfume intenso mas delicado e é um óptimo condimento para temperar pratos de frango e fundamental no confecção de empadas.

 

 

As folhas do meu pequeno loureiro (Laurus nobilis) são utilizadas em quase todos os cozinhados - assados, guizados e no caldo verde.

 

 

O poejo (Mentha pulegin) é usado principalmente em pratos de peixe. A sopa de peixe de rio temperada com poejo fica com um sabor muito agradável. Também pode ser utilizado em peixe assado ou grelhado. Na açorda alentejana substitui os coentros.

 

 

O alecrim  (Rosmarinus officinalis) é um óptimo condimento para assados de carne.

 

Também tenho uma jardineira com salsa (Petroselium crispum) que já vem do ano passado, mas que agora apresenta folhas novas.

Semeei oregãos (Origanum virens)  que já nasceram e as plantinhas apresentam algumas folhas. Só os coentros (Coriandrum sativum) teimam em não nascer, apesar das várias tentativas que já fiz. Em anos anteriores nasceram facilmente.

 

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