Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
Paisagem...
...a norte de Castelo de Vide, vista a partir da parte exterior da porta de S. Pedro.
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
Rua Direita de Castelo de Vide
No interior das muralhas, a Rua Direita é o eixo principal da vila medieval, ligando as duas portas, a da Vila, a sul e a de S. Pedro a norte. Casas onde predominam o granito enquadrando as portas, algumas delas em arco quebrado, características da arquitectura gótica.
Um dos traços distintivos desta vila é a prática da colocação de vasos com plantas junto das frontarias das casas.
Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
Fonte de Martinho
"Á saída de Castelo de Vide em direcção a Portalegre encontramos esta majestosa fonte dos finais do séc. XVII. Tudo indica que antes desta, existia ali uma outra.
A actual fonte é de grandes proporções tendo um charco para animais. Construída na sua totalidade em granito, tem um jogo de nove pilares, nos intervalos dos cinco pilares sobre uma moldura que percorre todo o comprimento da bacia, possui quatro bicas encastradas em golfinhos de mármore branco.
Na parte superior todos os pilares têm os respectivos capitéis mas, no entanto, esta fonte não chegou a ser totalmente concluída pois nota-se a falta de um tímpano superior." (Portal da Câmara Municipal de Castelo de Vide)
Pormenor dos dois golfinhos centrais
Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012
Capela da Senhora da Penha
Edificada no cimo de uma crista quartzítica, a oeste da vila de Castelo de Vide. É um ponto de observação privilegiado, quer para a vila, quer para o conjunto de relevos desta parte da Serra de S. Mamede.
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Magnólia
No jardim pequeno de Castelo de Vide.
Sábado, 14 de Janeiro de 2012
Flor de inverno
Ciclamen, uma das minhas flores preferidas.
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
Casa e azinhaga
Velha casa, velhos muros e azinhaga. Sinais da decadência da pequena atividade agrícola, sobretudo da produção de hortícolas, ligada à proximidade de um centro urbano.
Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
Nora
Não deve ter sido há muito tempo que deixou de funcionar, atendendo a que parece ter as peças todas e o muro circular que delimitava a caminhada sem fim do animal que a acionava está intacto, apenas coberto em parte por alguma vegetação. A velha nora terá sido substituída por meios mais modernos de elevar a água do poço, o que parece indiciar a caixa de tijolo de onde sai um tubo de rega.
Vista nos arredores de Castelo de Vide.
Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
Fonte Nova
Quem se dirige de Portalegre para Castelo de Vide, encontra esta fonte, junto à estrada e antes de chegar à vila. Curiosa a sua localização porque ainda fica distante de Castelo de Vide e, para lá chegar, é preciso vencer uma subida bastante acentuada.
"Foi edificada em meados do séc. XIX, dista sensivelmente 2 km da vila, na direcção de Portalegre e após o cruzamento para a Sr.ª da Penha.
Toda em granito e de gracioso espaldar, esta fonte é de planta arqueada com corpo central de granito ladeado por dois outros constituídos por volutas em S, sendo o corpo central encimado por tímpano de formas recortadas em granito.
As bicas encastradas em rosetas. Sobre os fundos brancos das volutas laterais encontram-se duas almofadas em granito. Tem ainda na parte de trás um tanque público. "
O tanque tem um interessante sistema que permitia que a água se mantivesse relativamente limpa. Ao esfregar a roupa nas pedras, a água com sabão era canalizada diretamente para fora do tanque.
Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
Plátanos
No jardim de Castelo de Vide no primeiro dia de janeiro de 2012.
Domingo, 1 de Janeiro de 2012
Para começar bem o ano...
... a imagem de uma bela árvore de notável dimensão. Julgo tratar-se de um abeto, provavelmente, o abeto-espanhol (Abies pinsapo Boiss). Em Castelo de Vide.
Sábado, 31 de Dezembro de 2011
Combatendo o pessimismo...
Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011
Caixa de correio
As portas das casas são um cartão de visita que identifica o estrato social e económico dos seus proprietários. Portas esculpidas em madeira, com ferragens artisticamente lavradas; nesta, em Elvas, destaca-se a caixa do correio.
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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011
Rua estreita
Em Elvas, no centro histórico, rua muito estreita mas com prédios altos. Numa cidade fortificada, limitada por muralhas, o espaço tinha de ser aproveitado ao máximo. Os arcos teriam a função de consolidar a estrutura dos edifícios.
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Domingo, 25 de Dezembro de 2011
Sinos
Se fossem os sinos de uma igreja ou de uma capela, podiam ter tocado hoje, à meia noite, para a missa do galo.
Estes têm uma história laica. Trata-se da torre sineira que culmina o edifício dos antigos Paços do Concelho de Marvão, o qual albergava também a Cadeia e o Tribunal
(informação retirada daqui).
A escadaria do post de 21 de Dezembro pertence ao mesmo edifício.
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
Nas muralhas de Marvão
As muralhas estabelecem a continuidade das escarpas da crista quartzítica. Para oeste, uma planura onde corre o rio Sever, nas margens do qual se localiza o pequeno aglomerado da Portagem. Como pano de fundo, algumas das elevações que fazem parte da Serra de S. Mamede.
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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
Escadaria

Em Marvão
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
Corredor
No castelo de Marvão
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Sábado, 17 de Dezembro de 2011
Monte do Sapoio
Vista do Monte do Sapoio, a partir do quadrante oeste. A imponente crista quartzítica na qual se instalou a vila de Marvão e que lhe confere uma condição de ninho de águias. Uma localização que tornava a praça forte inexpugnável mas que, em contrapartida, impediu a sua expansão urbana depois de a função defensiva se ter tornado irrelevante.
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
Reflexos
No rio Sever, numa tarde de outono.
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
Painel de azulejos
Um dos belos painéis de azulejos existentes no jardim de Elvas. Na legenda pode ler-se:
"D. SANCHO MANUEL, CONDE DE VILA-FLOR - VALOROSO GOVERNADOR DA PRAÇA QUANDO DO CÊRCO INIMIGO DE 1658-1659, E HERÓICO COMBATENTE DA MEMORÁVEL BATALHA DAS LINHAS DE ELVAS, TRAVADA EM 14 DE JANEIRO DE 1659.
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Domingo, 11 de Dezembro de 2011
Coreto de Elvas
Em Outubro de 2007 fotografei o coreto do jardim de Elvas. Nessa altura, notava-se que precisava de algumas obras de conservação. No princípio deste mês de Dezembro, voltei para o fotografar e o resultado foi o que se segue.
Notam-se as diferenças, para melhor, no renovado coreto.
Pormenor da grade de ferro da cancela de entrada. O mesmo modelo de grade que rodeia todo o coreto.
A porta de entrada para a parte inferior do coreto.
Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011
Cores de outono
Numa das grandes árvores do jardim de Elvas.
Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011
Santo António das Areias
Igreja (provavelmente construída no século XVI) e cruzeiro, estão implantados no amplo largo, parte dele ajardinado. Aqui se localizam algumas casas que indiciam uma actividade que conferia prosperidade aos seus proprietários.
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Domingo, 4 de Dezembro de 2011
Cruzeiro
Cruzeiro em Santo António das Areias, com vista para a serra do Sapoio, no cimo da qual se encontra a vila de Marvão.
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
Estação de Marvão-Beirã
O complexo da estação de caminhos de ferro Marvão-Beirã, inclui outros edifícios.
Um edifício que apresenta.a mesma traça arquitetónica do principal. Suponho que teria uma função residencial.
A elegância das formas do armazém de mercadorias.
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
Estação de Marvão-Beirã
Fotografar azulejos é tarefa difícil, atendendo às condições ténicas e de conhecimento de que disponho. Dos treze painés com a reprodução de monumentos importantes (Torre de Belém, Convento de Tomar, entre outros) e de paisagens portuguesas, aqui ficam três exemplos.
Cruzeiro e pórtico do convento de Nossa Senhora da Estrela, em Marvão.
Praia da Nazaré
Castelo de Marvão
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Domingo, 27 de Novembro de 2011
Estação de Marvão-Beirã
A Beirã é uma pequena localidade, sede da freguesia com o mesmo nome do concelho de Marvão. É um dos casos de um lugar que praticamente nasceu e se desenvolveu graças ao caminho de ferro e ao facto de ser a última estação antes da fronteira com Espanha. Antes da integração de Portugal e Espanha na União Europeia tinha importante função aduaneira e de controlo de viajantes, o que implicava a fixação temporária ou permanente de funcionários e, eventualmente, de suas famílias.
A estação dos caminhos de ferro é, sem dúvida, o monumento mais impressionante desta localidade. Impressiona pela sua dimensão, atendendo a que serve o ramal de Cáceres, de pequena extensão, embora se trate da via de comunicação menos distante entre as duas capitais ibéricas. Mas, impressiona também pelos belos painéis de azulejos assinados por Jorge Colaço.
(ver história da estação)
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Novamente a "poda" das árvores
Este ano a "poda" já começou. No caso ilustrado na fotografia, as tipuanas; mas, bem próximo, não escaparam as robínias nem as amoreiras. Apesar de elucidados sobre os efeitos destas "podas" nas árvores do espaço público, os responsáveis camarários continuam na sua cruzada de danificar um património que é de todos.
No caso das tipuanas, uma das consequências mais visíveis é o facto de não florirem há bastante tempo. Como se podia observar facilmente, conservavam as folhas, só as perdendo durante um curto período e já na primavera. Não é preciso ser um conhecedor profundo de botânica para se saber que estas árvores foram privadas das suas funções vitais. Se se pretende acabar com as árvores, mais vale abatê-las de uma vez.
Em Campo Maior, Novembro de 2011.
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Casa e chaminé
O povoamento na Serra de S. Mamede constitui um caso à parte no Alto Alentejo. As freguesias nem sempre têm uma povoação sede com o mesmo nome, como é o caso de Ribeira de Nisa, cuja sede é Monte Carvalho. No caso de S. Salvador da Aramenha, a sede da freguesia é uma pequena povoação, constituída por um largo onde se encontra a igreja matriz, em parte oculta por algumas casas que definem a praça, estendendo-se depois à volta desta mais alguns edifícios ocupando uma área relativamente pequena. (Mais informação sobre as origens da freguesia no portal da C.M. de Marvão)
Casa situada em local oposto ao do largo da igreja, junto da estrada. Destacam-se as cantarias em granito, a originalidade das janelas e o facto de a entrada não se fazer diretamente para a rua.
Pormenor da chaminé.
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